Pages

Subscribe:
Mostrando postagens com marcador PALESTINA-INTERNACIONAL-SIONISMO-ISRAEL-DIREITOS HUMANOS-. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PALESTINA-INTERNACIONAL-SIONISMO-ISRAEL-DIREITOS HUMANOS-. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de junho de 2015

O sionismo ataca Universidade Federal de Santa Maria com o método covarde de sempre: acusando e distorcendo os fatos em causa própria

PCB- O método não é novidade, já foi denunciado amplamente por alguns corajosos escritores como Norman Finkelstein, em seu famoso livro “A Industria do Holocausto”. Onde desmistifica a “indústria da vitimização do grupo étnico mais bem sucedido dos Estados Unidos, o que permite a apropriação de mais verbas e, ao mesmo tempo, articula uma campanha de autopromoção por meio da imagem de vítima”. Artimanha que serve o propósito de afastar as discussões dos Direitos Humanos e da responsabilidade de Israel no genocídio e na limpeza étnica que faz diariamente na Palestina ocupada desde 1948, com períodos de mais intensidades em Gaza.

Essa campanha de difamação da Universidade mostra o desespero do sionismo com o crescimento da campanha de boicote a Israel no Brasil e no Mundo.

Chamamos a solidariedade de todos com a Universidade e o repúdio a prática vil de combater com covardia, intimidações e mentiras as posições políticas das entidades contra o genocídio israelense na Palestina ocupada, em favor do Boicote ao Estado sionista.


NOTA DE ESCLARECIMENTO DA SEDUFSM

Sindicato repudia denúncia infundada de racismo na UFSM

A Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm) vem a público manifestar seu mais profundo repúdio à campanha de desqualificação sofrida pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) com base em denúncias infundadas de racismo. Tal campanha tem sido promovida a partir de interpretações distorcidas de um procedimento interno e fraude de documentos, que seguramente tem por finalidade estimular um clima de conflito artificialmente criado para atrair audiência para as pessoas e veículos de comunicação que protagonizam tal denuncismo.

domingo, 3 de agosto de 2014

A indústria bélica brasileira e Israel

Alexandre Arienti Ramos

A indústria bélica brasileira nos anos de presidência petista é o tema da dissertação de mestrado em história que estamos elaborando. As investigações indicam uma forte atuação desta indústria no estabelecimento das pautas políticas para o setor, no que tem sido bem sucedida. Poucos sabem, mas nos últimos anos foram aprovadas diversas políticas de incentivo fiscal e comercial para a Indústria Bélica “nacional”. Desde 2005, esta indústria tem voz ativa na Comissão Militar da Indústria de Defesa (CMID), ligada ao ministério da Defesa, atuando por meio de seus representantes no Fórum da Indústria de Defesa (FID), subordinado à CMID.

Como resultado direto da atuação de seus porta-vozes junto ao governo, desde 2010 empresas selecionadas do setor bélico brasileiro têm uma margem de preferência de até 25% sobre o preço dos concorrentes em licitações. Em 2011, somou-se a esta preferência em licitações a isenção tributária em relação ao PIS/PASEP, COFINS e IPI. É marcante, ainda, a presença de empresas do setor bélico entre os financiadores de campanhas e partidos políticos no Brasil.

Para se ter uma ideia, segundo dados do TSE, em 2010, a UTC engenharia destinou recursos da ordem de R$ 8.264.666,00 para financiamento de campanhas eleitorais. Entre os principais partidos atendidos estão o PT, o PSDB, o PMDB e o DEM. A Embraer, no mesmo ano, destinou R$ 1.255.000,00 atendendo principalmente PSDB, PSB e PT. A AGRALE concentrou seus recursos no estado do Rio Grande do Sul, destinando R$ 85.000,00 para campanhas do PT, PMDB, PCdoB, PDT, PSDB e PRP. A fabricante de armas leves TAURUS gastou, no mesmo estado, R$ 215.000,00 com candidatos do DEM, PDT e PT. Poderíamos continuar citando exemplos, mas os casos aqui apontados são suficientes para notar a expressiva presença de empresas do setor entre os financiadores de campanha e a ampla abrangência dos partidos receptores desses recursos, sejam eles a base aliada ou grupos de partidos de “oposição”.

Mas o que tudo isto tem a ver com Israel? Os repetidos ataques de Israel à população palestina têm mais a ver com o Brasil do que se imagina. Grandes empresas bélicas de Israel mantêm íntima relação com suas congêneres brasileiras, prestam diversos serviços e fornecem diversos materiais às Forças Armadas do Brasil.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

20 anos após os “Acordos de Oslo” Obama monta nova farsa para impedir retomada da luta revolucionária do povo palestino


LBI-As fotos em si são repugnantes. Na cerimônia de 20 anos atrás, Clinton, Arafat e Rabin celebravam os “Acordos de Oslo” que se mostraram como uma farsa completa para deter a luta revolucionária do povo palestino. Agora, na gestão Obama, novamente a bandeira palestina está lado a lado com as dos chacais ianques e sionistas.

Na mesa, o Secretário de Estado estadunidense, John Kerry, encena uma confraternização entre representantes da corrompida ANP de Abbas com a ex-agente do Mossad e hoje Ministra de Justiça israelense, Tzipi Livni, para celebrar a retomada das “conversações de paz” em Washington paralisadas desde 2010.

 A grande questão a decifrar no cenário atual é o que de fato está por trás das aparências, já que os atores são praticamente os mesmos e as “negociações” giram em torno do tema do congelamento das colônias sionistas, já rejeitado por Israel. Sem dúvida, estamos vendo uma ação planejada por Obama no marco do esforço por estrangular a retomada da luta revolucionária do povo palestino. Não por acaso, a novo “diálogo” ocorre após a libertação unilateral por Israel de 104 presos palestinos, medida tomada sob pressão da Casa Branca para criar um “ambiente” mais propício para sua Ópera Bufa. Enquanto teatralizam negociações monitoradas pelos EUA, o imperialismo ianque de fato ataca em todos os terrenos o povo palestino, vide os túneis que o “governo de transição” no Egito destruiu na fronteira com a Faixa de Gaza sob as ordens do Pentágono ou no cerco constante a Síria e ao Hezbollah como parte da guerra que prepara contra o Irã.

O que estamos vendo é a tentativa de Obama costurar um acordo mínimo para continuar apresentando a desacreditada ANP como interlocutora legítima do povo palestino, enquanto o Pentágono caça junto com o enclave sionista os grupos da resistência que se opõem a participar da farsa montada pelo Departamento de Estado.

No marco do teatro, Obama emitiu um comunicado nesta segunda-feira em que saudava a retomada das conversações, mas advertiu as partes para o difícil caminho. “Este é um promissor passo adiante, embora o trabalho duro e as escolhas difíceis ainda estejam à frente”. O falcão negro afirmou que os EUA estarão disponíveis para apoiar palestinos e israelenses “através das negociações, com o objetivo de alcançar dois Estados, vivendo lado a lado, em paz e segurança”. Já Kerry declarou ao lado da nazi-sionista Tzipi Livni e do negociador palestino Saeb Erakat, depois da primeira rodada de enrolação: “Acredito que os líderes, os negociadores e os cidadãos envolvidos podem alcançar a paz por uma razão muito simples: eles são obrigados.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

QUE VERGONHA, TARSO GENRO!



EMBAIXADORES ÁRABES E GOVERNADOR TARSO:   CLIMA DE CONSTRANGIMENTO

Nesta quinta-feira, os embaixadores árabes creditados no Brasil ao chegarem para audiência com o Governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, depararam somente com a bandeira de Israel hasteada e nenhuma bandeira dos países árabes. O embaixador israelense havia estado em audiência com o governador antes da chegada dos embaixadores árabes. Essa foi a segunda vez que diplomatas árabes se depararam com a mesma situação, pois a ausência de bandeiras árabes e a presença da bandeira israelense já havia acontecido em outra audiência dos árabes com o governador Tarso Genro.

Essa situação criou um forte clima de constrangimento entre o corpo diplomático árabe e o governo gaúcho. Os embaixadores lamentaram o fato.

Durante a audiência foi apresentada a preocupação dos árabes diante do contrato que o Governador assinou com a empresa militar israelense Elbit durante a sua recente visita a Israel. Conforme publicado pelo site Opera Mundi,

“A Elbit, afinal, é denunciada por sua colaboração na construção do muro que segrega os territórios palestinos, além de fornecer equipamentos de segurança para colônias judaicas consideradas ilegais pelas Nações Unidas. Principal corporação bélica israelense, há estimativas de que fature dois milhões de dólares ao dia com os contratos que detêm nessas atividades.

A gravidade das denúncias contra essa companhia já provocou reação de países europeus, incomodados com o desrespeito às resoluções internacionais. O governo norueguês, por exemplo, obrigou seus fundos públicos a venderem todas as ações da Elbit que tinham em carteira. Processos semelhantes estão em curso na Alemanha e na Holanda. A propósito, os três exemplos são de administrações controladas por partidos de direita.”

Os árabes podem reagir de várias formas a essa situação, como por exemplo, congelar os investimentos de países árabes no Estado do Rio Grande do Sul.

Integraram a comitiva do Conselho, os embaixadores da Palestina, Sudão, Iraque, Mauritânia, Kuaite, Argélia, Emirados Árabes Unidos, Omã, Arábia Saudita, Catar, Egito, Líbano, Marrocos, Jordânia e Tunísia.

Compartilhado de Claudio Daneil

fonte: site PCB



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Tribunal Internacional de la Infancia denuncia que bombardeos israelies esta matando a niños palestinos.


Jihad Masharawi, corresponsal de la BBC, sosteniendo el cadáver de su hijo de 11 meses, Ahmad, muerto durante el ataque aéreo israelí a Gaza
El Tribunal Internacional sobre la Infancia afectada por la Guerra y la Pobreza a través de su presidente en la Unión Europea, la fiscal de derechos humanos Rut Cidoncha González hace un llamamiento a la comunidad internacional para que en forma urgente intervenga y detenga los crímenes contra la Infancia Palestina por parte de las fuerzas de ocupación israelí denunciando que los ataques aéreos del ejercito israelí a Gaza contra una escuela en Rafah y sobre la población civil se ha cobrado la vida de por lo menos 5 niños palestinos y heridos a decenas de mujeres, niños, jóvenes y hombres

La funcionaria humanitaria, la española Rut Cidoncha González destaca la emergencia humanitaria en los hospitales de Gaza, por la falta de donantes de sangre, y la falta de medicamentos ante la oleada de heridos que llegan después de cada ataque de la aviación israelí.

Así mismo el Comité Internacional de Derechos Humanos Faisal Sergio Tapia, señala la búsqueda de la verdad sobre los bombardeos de los aviones israelíes sobre la Franja de Gaza, responsables del Síndrome de Gaza, sobre la infancia palestina, con traumas psicológicos permanentes, por las masacres sobre los niños palestinos en escuelas, hospitales y el genocidio silencioso de la infancia, además de los genocidios de hambre donde los países del primer mundo son indiferentes ante el hambre de los niños, donde el hambre de un niño es un crimen contra la humanidad.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A maioria dos judeus israelitas são a favor de um regime de apartheid.


Colonato judeu na Cisjordânia (Laszlo Balogh/Reuters)
A maior parte dos judeus de Israel apoiaria a implantação de um regime de apartheid em Israel se o país anexasse formalmente a Cisjordânia, revela uma sondagem noticiada pelo jornal Haaretz. A sondagem apresenta outros dados que apontam que a maioria dos judeus de Israel defende a discriminação contra os cidadãos árabes, escreve o jornal israelita.

Quando questionados sobre se os judeus deviam ser preferidos aos árabes na escolha para cargos na administração pública, 59% responderam afirmativamente; 49% disseram que os cidadãos judeus deviam ser tratados de uma melhor forma do que os árabes; 42% revelaram não querer vizinhos árabeMais de dois terços dos judeus israelitas dizem que devia ser negado o direito de voto aos 2,5 milhões de palestinianos que vivem naquele território ocupado.

Um terço defende a criação de uma lei que impeça os árabes de Israel de votarem para o parlamento israelita, o Knesset.s a viver no mesmo prédio. O mesmo número respondeu que não quer os seus filhos a frequentar a mesma escola que as crianças árabes.

domingo, 17 de junho de 2012

O muro do apartheid na Palestina ocupada pelos sionistas de Israel


O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo. Ele vigorou na África do Sul de 1948 até 1990 e durante todo esse tempo esteve ligado à política do país. A antiga Constituição sul-africana incluía artigos onde era clara a discriminação racial entre os cidadãos, mesmo os negros sendo maioria na população.

O apartheid atingia a habitação, o emprego, a educação e os serviços públicos, pois os negros não podiam ser proprietários de terras, não tinham direito de participação na política e eram obrigados a viver em zonas residenciais separadas das dos brancos.. Mais recentemente surge  um apartheid  tão discriminatório quanto foi o existente na África do Sul – é o famigerado apartheid realizado pelos sionistas de Israel.

A Construção por parte de Israel do denominado Muro do Apartheid na  Palestina ocupada  (que está planejado para possuir 700 km de extensão) constitui uma grave violação dos Direitos Humanos e do Direito Internacional . O muro está construído dentro de um contexto de ocupação ilegal que Israel pratica na Cisjordânia e em Gaza desde 1967 e seu trajeto incorpora assentamentos sionistas ilegais e simultaneamente divide aldeias e pequenas cidades palestinas provocando um  gigantesco apartheid na região, separando pais de filhos, alunos de escolas e pessoas que necessitam o apoio de médicos e  hospitais.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Israel volta a atacar Gaza, presos palestinos anunciam protestos


Gaza- Aviões militares israelenses bombardearam nesta segunda (04), pelo terceiro dia consecutivo, áreas civis de Gaza, onde uma pessoa morreu por causa das feridas sofridas durante uma agressão anterior, enquanto palestinos encarcerados em prisões sionistas anunciaram novos protestos.

  Uma leiteria situada em Cidade de Gaza, capital desta faixa costeira, foi destruída por projéteis da aviação militar de Israel, provocando ferimentos em uma pessoa, segundo reportaram fontes médicas e do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).

As mesmas fontes precisaram que outro ataque com munição de grosso calibre foi registrado em uma área descampada desta cidade, mas não há informações sobre feridos.

O Exército de Tel Aviv justificou a agressão da segunda-feira alegando que se tratava de uma "fábrica de armas e um túnel do terror", como se refere às passagens subterrâneos construídos por palestinos aqui para driblar o bloqueio terrestre e naval imposto desde junho de 2007.

As incursões armadas lançadas pelos sionistas desde a madrugada da sexta-feira cobraram hoje outra vítima mortal, pois um jovem de 18 anos identificado como Suraqah Rashad Qudeih faleceu na localidade de Khan Younis, sul do país.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Noite dos Vidros Quebrados.


Africanos violentamente atacados em Tel Aviv

Violação dos Direitos Humanos e Fascismo: Os judeus de Israel imitam Hitler manifestando-se contra imigrantes humildes. – Milhares de israelenses, entre eles políticos de alto nível, assistiram a uma manifestação contra os africanos indigentes em Tel Aviv. A proposta tornou-se violenta, incluindo golpes brutais aos africanos pobres e quebra de janelas de lojas de alimentos africanas. A cruel manifestação, que aconteceu em Hatikva, bairro norte de Tel Aviv, desprezou os direitos humanos dos africanos que solicitam asilo, e foi organizada por Michael Ben Ari, um membro do Knesset (parlamento de Israel), e do partido União Nacional, que se uniu aos ativistas repressores de extrema direita Itamar Ben-Guir e Baruch Marzel. O próprio povo de Israel pediu ao governo, e a Benjamin Netanyahu, para não tomarem medidas contra os africanos.

Sem nenhum tipo de escrúpulos, políticos do partido governante e membros do Knesset – Regev, Miri e Danny Danon - participaram da violenta manifestação. Regev, inclusive, chamou os indigentes africanos de “câncer de nosso corpo”, e disse que os “infiltrados” deveriam ser imediatamente expulsos de Israel.

“Agora não é hora de temer a utilização das palavras ‘expulsão já’”, sentenciou Danon, enquanto os africanos eram golpeados com chutes, no chão.

A multidão levou cartazes dizendo: “Aqui não é a África” e “Deixem de falar, comecem a expulsar”.

Comportando-se da mesma maneira que Benito Mussolini, Adolf Hitler e Ku Klux Klan, os judeus cegaram-se de ódio ao anoitecer e atacaram violentamente, com paus e armas, mais de 12 homens e mulheres africanos, que desgraçadamente estavam perto do local. Os israelenses também destruíram as janelas das lojas de alimentos onde trabalham os imigrantes e, posteriormente, as saquearam.

Como se fosse pouco, quebraram a janela de um taxi conduzido por um suposto trabalhador imigrante africano e fizeram uma fogueira no meio da rua.

O ódio dos judeus que participaram da manifestação reflete um aumento dramático na impunidade com que Israel é tratado pelo mundo. A injustificada intolerância contra os trabalhadores humildes africanos, que tão somente pedem asilo, foi incentivada por funcionários públicos que ocupam os mais altos escalões do poder e que participaram da violência.

domingo, 6 de maio de 2012

Palestina, números de uma ocupação execrável


Cairo - A ocupação e o bloqueio dos territórios palestinos por parte de Israel, para além de sua inerente natureza espoliadora, revela a perversão de uma prática que anula o desenvolvimento e o autogoverno de um povo, causando-lhe prejuízos milionários.

  Discursos políticos em múltiplas tribunas mundiais, incluída a ONU, e iniciativas negociadoras dos países árabes e ocidentais, têm sido insuficientes para deter a lenta aniquilação dos palestinos na Cisjordânia ocupada e na sitiada Faixa de Gaza.

A julgar por considerações de Tarik Alami, chefe de temas emergentes e conflitos da Comissão Econômica e Social da ONU para a Ásia Ocidental, uma primeira repercussão da usurpação territorial sionista é o obstáculo à auto-suficiência dos palestinos.

Um relatório apresentado durante o recente seminário sobre o impacto econômico e social desta política sionista no Cairo expôs cifras estarrecedoras da repressão, uso da força, roubo de propriedades e ampliação de assentamentos judeus pelos israelenses, bem como o impacto nos recursos naturais e no meio ambiente.



A economia da Autoridade Nacional Palestina (ANP) sofre anualmente perdas de sete bilhões de dólares por causa da ocupação, o que tem converteu esses territórios numa das economias mais dependentes de ajuda no mundo.

A este respeito, o embaixador da ANP na ONU, Riyad Mansour, assinalou numa entrevista à Prensa Latina que o custo da dominação é facilmente quantificável, daí que, se essa política terminar, "seremos capazes de ser auto-suficientes e não precisaremos de ajuda externa".

sábado, 10 de março de 2012

Morrem 12 palestinos por bombardeios aéreos israelenses a Gaza

Gaza-  Um total de 12 palestinos morreram e mais de 20 resultaram feridos em Gaza nas últimas 48 horas por causa de bombardeios da aviação militar de Israel, informaram hoje porta-vozes da resistência.

  Um porta-voz das brigadas Al-Quds, braço militar do movimento Jihad (guerra santa) Islâmica, assinalou que aviões israelenses mataram a um jovem de 26 anos durante um ataque perpetrado a primeiras horas do sábado na zona costeira de Deir Al-Balah, no centro do conflito.

 A agressão teve como alvo um veículo que circulava pela rua Salah Ad-Din dessa área, em que viajava um dos milicianos da El-Quds que tinha lançado na sexta-feira à à noite 41 foguetes contra o sul do território israelense.

 Segundo a Jihad Islâmica, suas unidades também dispararam ontem 20 projéteis de fabricação caseira, seis balas de morteiro e três mísseis de 107 milímetros contra alvos sionistas.

 Fontes médicas e do agrupamento islamista assinalaram que, além da vítima de Deir Al-Balah, o bombardeio de hoje provocou a morte de outros três homens enquanto caminhavam perto da sede do Conselho Legislativo Palestino (Parlamento) no bairro de Shujaiyyah.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Irã recusa alegações de Israel na ONU


 Mais uma vez uma Nação, e esta não será a primeira nem a última vez, denuncia  Israel junto a ONU.   O Irã reitera, nesta oportunidade,   afirmações anteriores sobre  o comportamento criminoso de Israel,  em várias circunstâncias e regiões  e a inexistência de qualquer manifesto desse organismo diante de tais atrocidades.

É importante destacar que  isso tudo  contribui, e isto é mais do que certo, para  confirmar o  que muitos  já sabem:  a ONU nada resolve e, por conseguinte, pouco ou nada poderá fazer.  Seu Conselho de Segurança será, brevemente, atropelado pela agressiva política terrorista dos EUA e de seu comparsa mais assíduo.  Não há muito o que se dizer sobre  tamanho vexame.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

iRÃ ADVERTE iSRAEL SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS "APOCALÍPTICAS" DE UM ATAQUE.

I
O Irã advertiu hoje a Israel acerca das conseqüências e dimensões “apocalípticas”, no caso de um ataque contra seu território, segundo mensagem publicada hoje pela televisão estatal e pela internet. Israel conhece bem a capacidade militar do Irã, observou. “ A indústria de mísseis iranianos é a melhor da região e uma das melhores do mundo.” Em caso de um ataque de Israel, o Irã estará “sempre preparado para uma guerra”, havia assinalou antes o ministro da pasta do Exterior, Ali Akbar Salehi, em declarações ao diário “ H rryet Daily News”, editado em inglês na Turquia As ameaças contra o Irã não são novas, refletem o cenário de enfrentamentos contraditórios com Israel, sobre uma possível intervenção militar deste país contra as instalações nucleares iranianas e isto vem ocorrendo há vários dias. “ Desde oito anos escutamos ameaças de Israel. Nossa nação está unida. (...) Confiamos em nossas potencialidades e podemos defender nosso país” Nesta última quarta-feira, a imprensa assinalou que o primeiro ministro, Benjamim Netanyahu, buscava apoios para um ataque contra o Irã. O governo de Teerã avisou das duras conseqüências em caso de ser atacado. (Com informações de DPA)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Imagens infames: soldados de Israel prendem crianças palestinas por brincar com armas de brinquedo.

imagem Crédito: Cubadebate
Ilan Pappé
Em memória de Juliano Mer-Khamis

As imagens falam por si só. Desde 1967, Israel prendeu 700.000 palestinos, 20% da população dos territórios ocupados naquele ano. Muitos são menores de idade que sofrem torturas no Acampamento Offer e são condenados sem julgamento.

Aparecem no meio da noite, quando as crianças estão dormindo profundamente, talvez sonhando com uma vida melhor. Com os olhos tapados, amordaçados, algemados, os menores são levados aos caminhões e na mesma manhã, são aprisionados no Acampamento

Offer, departamento número 2 do Juizado Militar, também conhecido como Departamento Infantil.

Durante esse dia – e todos os demais – terão que permanecer sentados numa espécie de sala de aula, onde não existem professores e tampouco padres, mas sim juízes, promotores e muitos guardas, Possuem entre 10 e 13 anos de idade e são acusados de atirarem pedras contra as forças armadas israelenses, provavelmente denunciados por seus próprios companheiros de sala de aula. Serão brutalmente interrogados: golpes no rosto e no abdômen, privação de sono, pontadas de agulha nas mãos, pernas e pés, ameaças de violência sexual e, em alguns casos, choques elétricos. Costumam confessar logo em seguida, já que estão aterrorizados. Quando aceitam converterem-se em colaboradores, são soltos. Se é que são soltos...

Ofra Ben-Zevi, uma das poucas e corajosas mulheres israelenses que trabalha sem descanso pelo despertar nacional e internacional das consciências desacordadas, diz que esta política é criminosa e odiosa, chamando-a de caça às crianças.

É muito fácil esquecer da Palestina quando Damasco, Cairo e Saná estão em plena ebulição. O ruído dos disparos contra os manifestantes, o espetáculo dos ditadores sentados nos banquinhos, a genuína necessidade dos cidadãos árabes de encontrar sua própria via para a democracia ocupam as manchetes da imprensa.

A destruição da Palestina é muito mais lenta e sua tragédia é invisível para o mundo exterior, porém é muito mais antiga que todas estas revoluções e temo que permanecerão ocorrendo muito depois de qualquer uma delas darem frutos em alguma nova e esperançosa realidade. E posto que a Palestina não forma parte desta positiva transformação, isto afetará o êxito de sua sobrevivência.

Esta é uma ferida que não sanará facilmente. Por que? Porque, depois de anos de prisão diária, milhares de crianças palestinas terminarão por converterem-se numa geração de tenazes resistentes, uma geração que não sucumbirá jamais ante a pressão de Israel ainda que seus líderes tentem. Eles nunca foram tratados como crianças por Israel, mas como criminosos (ao contrário do que acontece dentro de Israel, onde os delitos menores dos mais jovens são apagados dos arquivos ou prescrevem, algo que não ocorre em nenhum caso com os jovens da Palestina ocupada, o que facilita a polícia de Israel a possibilidade de utilizar como colaborador a qualquer momento qualquer um deles).

Segundo a ONG Adamer, desde que Israel ultrapassou as fronteiras que foram determinadas antes de 1967, ocupando Gaza, Cisjordânia e o Leste de Jerusalém, foram detidos aproximadamente 700.000 palestinos, ou seja, 20% da população total destes territórios. Segundo a mesma fonte, seguem em seus cárceres mais de 5.600 e, por isso, os abusos que aqui relatamos constituem apenas um pequeno exemplo de uma realidade acumulativa, um cenário de um filme que ainda não estreou e, provavelmente, não estreará nunca.

Tradução: Maria Fernanda M. Scelza

domingo, 18 de setembro de 2011

O Paraguay avisa que votará na ONU pela criação do Estado Palestino.


Em que pese ás últimas inserções e intenções de Israel, por meio de seus emissários, junto ao presidente Lugo, o Paraguai votará, em reunião da ONU ,pela criação do Estado Palestino. A 66ª Assembléia Geral da ONU se reunirá por esses dias e as pressões de Israel sobre muitos países tem aumentado significativamente.


O presidente Lugo estará na reunião da ONU, com sede em Nova Iorque, e confirmará sua postura em defesa do Estado Palestino.

Desde Janeiro do corrente o presidente Lugo havia chegado a decisão do reconhecimento o que levou o Estado de Israel, por meio de seus “emissários” a tentar convencer o Paraguai de votar contrario a tal projeto. As investidas do governo israelita, contra o reconhecimento do Estado Palestino,tem sido muito freqüente . A iminência de uma votação sobre o tema, que tem avançado em discussões em várias regiões do planeta, assusta os Estado Judeu. Este vem utilizando-se de seus “expedientes históricos” e conhecidos mundialmente para tentar boicotar o tema que, certamente estará na pauta da próxima reunião da ONU cuja abertura será no próximo dia 21 do corrente.


O Paraguai mantém relações diplomáticas com muitos países do oriente médio e, já há algum tempo, havia se manifestado a favor do Estado da Palestina.


O Chanceller paraguaio Héctor Lacognata, afirmou que o seu país reconhecerá o Estado Palestino com as demarcações e seus limites antes da Guerra de 1967 quando Israel invadiu os territórios que pertenciam aos palestinos.

Muitos países latino-americanos já reconheceram, já tem algum tempo, a Palestina como Estado independente, entre eles estão Argentina , Brasil, Bolívia, Equador, Guyana, Uruguay, El Salvador Honduras, Chile e, recentemente Peru. Há algumas divergências, todavia, com relação as demarcações que venha ter o novo Estado. É interessante observar que ao término da II Grande Guerra, quando as nações européias decidiram criar o Estado de Israel por deliberação da ONU, também havia sido criado o Estado da Palestina. As invasões de Israel em terras do palestinos iniciadas tão logo da instalação do Estado judeu, gerou conflitos que se arrastam há décadas. A ONU, invariavelmente, tem se mostrado incompetente para impedir os crimes de Israel sobre os palestinos. Quiçá o mais grave de tudo esteja no fato dela, a ONU, contar com a cumplicidade da maior parte da mídia ocidental que, covardemente e de uma forma assustadora defende as atrocidades cometidas pelo Estado judeu. Perspectivas que o tornam um dos "Estados terroristas" mais atuantes, tem aumentado e ganhado bastante força diante das atrocidades e assassinatos em massa cometidos pelo exército israelita.


O Estado de Israel, famoso por atropelar as leis e tratados internacionais, vem mantendo uma dominação forçada e violenta sobre os territórios palestinos que inclui um imoral bloqueio marítimo e terrestre na região da faixa de Gaza. Israel vem, há décadas, bombardeando a região e assassinando adultos e crianças. Do outro lado o governo israelita afirma que o reconhecimento do Estado Palestino pela ONU provocaria problemas nas atuais “ negociações de paz”.


Vários países pelo mundo têm reconhecido o Estado Palestino. Na verdade de um total de 194 nações , 108 já se manifestaram favoráveis ao Estado Palestino. As mais recentes manifestações do governo de Fernando Lugo são muito importantes, ressaltam observadores mundiais, que reportam ao episódio da criação do Estado de Israel, datado de 1948, quando naquela oportunidade o voto do Paraguai foi fundamental para o novo Estado de Israel vir a existir de fato e de Direito.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Pressionados por Israel, governos europeus bloqueiam saída de barcos solidários que partiam em direção a Gaza.

Crédito: Resumen Latinoamericano

ESUMEN LATINOAMERICANO

Demonstrações de apoio ao povo palestino no mar em frente ao porto grego

A Grécia impede a saída da II Frota da Liberdade

Desde ontem permanecem bloqueados e vigiados por patrulhas do Exército grego os barcos da II Frota da Liberdade, que tinham previsto zarpar a Gaza. Os barcos que fazem parte da segunda expedição para romper o bloqueio a Gaza não puderam partir ainda. O Governo grego cedeu à chantagem de Israel, indo de encontro aos acordos internacionais.

Os barcos da Frota da Liberdade permanecem retidos no porto de Kolimpari, na ilha grega de Creta. O Governo do socialista Yorgos Papandreu cedeu à chantagem de Israel e bloqueou os barcos da II Frota da Liberdade que conta com todas as permissões legais.

Entre esses barcos está o Gernika, fretado pelos integrantes de “Rumo a Gaza”, no Estado espanhol, que durante um ano realizou uma campanha de recolhimento de material escolar e ajuda humanitária para entregar em Gaza e, assim, romper o criminoso bloqueio imposto ao povo palestino por Israel com a cumplicidade da Comunidade Internacional.

Nestes dias, além disso, aconteceram os atos de sabotagem contra vários barcos atracados na costa grega com destino a Gaza, entre eles o Gernika que foi atacado por mergulhadores que afetaram a maquinaria do barco com o intuito de impedir sua partida a Gaza.

A organização Rumo a Gaza manifestou a "mais absoluta condenação por esta decisão completamente ilegal, arbitrária e injusta, que não tem nenhum fundamento jurídico, nem de acordo com a legislação grega nem segundo o Direito comunitário”.

Esta organização acrescenta também que "o Governo grego não respeita o Acordo de Schengen, que consagra a livre circulação de pessoas dos Estados membros da União Européia signatários de dito tratado, entre os quais figuram a Espanha e a Grécia”.

Por sua vez, o Governo espanhol não se manifestou contra as medidas adotadas pelo Governo grego. Pelo contrário, a ministra de Relações Exteriores, Trinidad Jiménez, em nenhum momento comunicou seu respaldo aos cidadãos do Estado espanhol, membros desta organização humanitária, ao contrário, foi complacente com as demandas de Israel nas sucessivas reuniões mantidas com o embaixador de Israel em Madri.

Jiménez não garantiu a segurança da frota e, inclusive, comunicou aos integrantes da mesma, antes de partir à Grécia, que o Ministério de Relações Exteriores manteve contato com o Governo de Israel para que quando este ataque aos barcos ocorresse, que Israel “agisse de modo a causar o menor dano possível”.

O Quarteto confirma o veto dos governos à Frota Rumo a Gaza

Enquanto os ativistas solidários do “Gernika” denunciavam a cumplicidade do Governo espanhol com o bloqueio grego, que mantém paradas todas as embarcações da Frota da Liberdade, e em última instância, com Israel, o Quarteto (Estados Unidos, União Europeia, Rússia e ONU) tornava público um comunicado no qual solicita a “todos os governos envolvidos” que impeça expedições de ajuda humanitária deste tipo com destino a Gaza.

O “Gernika”, que faz parte da Frota da Liberdade Rumo a Gaza, permanecia ontem bloqueado no porto de Kolimpary, na ilha de Creta, e cercado por duas patrulhas gregas em todo momento.

Os 24 membros da tripulação, entre os quais estão cinco bascos, denunciaram o abandono por parte do Ministério de Relações Exteriores espanhol e da embaixada da Espanha em Atenas. Fato que não duvidaram em assinalar como uma clara “cumplicidade com os governos grego e israelense”.

O Governo grego, que interceptou um da dezena de barcos na sexta-feira – seu capitão está detido – e mantém bloqueada toda a expedição, ampara-se agora, depois de ter posto vários entraves burocráticos à iniciativa, no artigo 128 do Direito do Mar, que alega a “existência de uma situação de guerra ou de tensão bélica”.

Diante disso, os participantes na iniciativa denunciaram que isso “vai contra o Direito Comunitário, o Acordo de Schengen de livre circulação de pessoas pelo território da UE e a própria legislação grega”.

“Mas não só foi a Grécia que permitiu que o bloqueio israelense da Faixa de Gaza chegasse até a costa europeia. A UE e especialmente o Governo espanhol, deixaram de cumprir suas funções”, denunciam os ativistas, que reiteraram sua intenção de prosseguir com o objetivo de levar ajuda humanitária e solidariedade à população palestina assediada.

Não conseguirão facilmente. O Quarteto (Estados Unidos, Rússia, UE e ONU) fez um apelo “a todos os governos envolvidos a usar toda a sua influência para dissuadir a qualquer nova frota que ponha em perigo seus participantes e ameaça com uma escalada”.

De Gaza, o Hamas acusou a Grécia de colaborar com Israel e a ANP garantiu que suas gestões com o Governo grego eram infrutíferas.

Fonte: Resumenlatinoamericano.org -Valéria Campos.

Licença Creative Commons
Este obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.5 Brasil.