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  • .Agronegócio, agrotóxico e “agrocâncer”

    Os venenos, por serem de origem química, não se degradam na natureza. Eles matam os insetos, as bactérias no solo, afetam a fertilidade, contaminam as águas subterrâneas, contaminam as chuvas - muitos desses venenos secantes evaporam e ficam na atmosfera e depois retornam com as chuvas. E contaminam os alimentos que as pessoas consomem.

  • Países da Alba rechaçam projeto de resolução contra Síria na ONU

    No início da sessão, a Alta Comissão adjunta da ONU para os Direitos Humanos, Kyung-wha Kang, falou de "informações que sugerem que Shabiha (grupos paramilitares e pró-governamentais) entrou nas populações e que poderia ser responsável por dezenas de assassinatos”.

  • Agora, todos são suspeitos…

    O rebentar de centenas sobretudo mulheres e crianças na aldeia vietnamita de My Lai em 1968 foi também um incidente “canalha” e, com alguma irreverência, uma “tragédia americana” (título de capa da Newsweek).

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Desinformação criminosa contra a Síria: Como matar midiaticamente


A maioria dos meios de comunicação em massa acusa o governo sírio pelos mais de 90 assassinados que os grupos opositores -com sede em Londres ou Paris- assinalaram a alguns observadores enviados pelas Nações Unidas, mas nenhum destes consultou às autoridades desse país, nem se fez eco das graves denúncias que se registraram sobre os crimes e massacres realizados pelos mercenários que as Forças especiais das grandes potências infiltram pelas fronteiras com esse país.

  "Os meios seguem torturando à audiência que ainda lhes resta, contando o eterno conto dos bombardeios e massacres do exército sírio sobre civis" escreveu recentemente a jornalista de investigação suíça Silvia Cattori relatando -entre outros casos- a inexistência de um suposto bombardeio do governo sírio a 23 de março de 2012 que a imprensa do poder hegemônico descreveu como "um dilúvio de fogo numa cidade incomunicada".

 Cattori, conhecida internacionalmente por suas análises e denúncias, como a que demonstrou que Guantánamo era um laboratório de sofisticadas torturas e experiências com seres humanos, relata que os meios franceses fizeram essa descrição sobre um inexistente bombardeio a Homs.

 No entanto as testemunhas que ela consultou foram precisas: "Não escutamos nenhum ruído. Não houve nenhum bombardeio hoje (23 de março).

 Tudo está em calma. Eu sai para ver meus amigos. Homs não está sem comunicações, todas as estradas estão abertas. Há várias semanas estamos seguros. O exército não bombardeia. São as milícias do autodenominado "Exército Livre Sírio" as que seguem matando militares e civis. Ainda hoje um soldado foi assassinado. Sei disso porque vivia no meu bairro" contou um habitante do lugar.

 Relatou outro habitante que depois que o exército sírio conseguiu desalojar as milícias (bandos armados) e tomar o controle, a gente voltou para suas casas nos bairros que estavam quase vazios. A insegurança continua em três bairros, sobretudo em Khaldiyeh, onde o exército nacional continua perseguindo as milícias que mantêm como reféns numerosas famílias. Meu tio que tinha sido sequestrado há dois meses voltou muito mal ontem para casa, muito cansado, mas se considerando muito afortunado. Está no hospital. Muitas outras pessoas sequestradas não voltaram e as famílias não têm notícias delas".

 Este depoimento menciona um dos temas mais dramáticos e é a quantidade de pessoas, inclusive famílias, que os agressores sequestraram e levaram com eles.

 Silvia Cattori entrevistou dias antes outro residente um homem sírio de 75 anos de idade que vive num povoado da província de Homs: "o que passa aqui é tudo o contrário do que se diz em seu país. Peço-lhe perdão senhora. Nossos soldados não são mercenários. São os filhos do povo, todas as religiões misturadas. São meu irmão, meu filho, meu tio. Isto é nosso exército. É impossível que os filhos matem deliberadamente seus pais. Nossos soldados enfrentam durante muitos meses os mercenários pagos pelos fundos exteriores para cometer seus assassinatos".

 Outro relato: "O massacre de mulheres e crianças nos bairros de Karm Al-Zeitoun e de Al-Adawiyé foi cometido por eles, para depois acusarem às forças do governo. Há duas provas: os habitantes dos bairros de Bab Sebaa, Nazihine e Nazha reconheceram entre as vítimas deste massacre parentes sequestrados e alguns pelos quais tinham pedido resgate os mercenários. Posso falar de outro massacre que nossos soldados descobriram (a 10 de março) no bairro de Shomari, próximo à Baba Amro (um conato do emirado islâmico que foi desmantelado). Meu pai tinha amigos muçulmanos em Shomari. Eu os visitei muitas vezes com ele. Faz alguns dias um jovem chamou à minha porta. Disse: "Sou o filho do amigo de seu pai". Digo o que ele me contou: todos os homens de nosso bairro foram obrigados pelas milícias (mercenários) de Baba Amro a levar armas e usá-las contra o regime. Eles nos diziam que o que se negasse seria degolado. Meu pai, meus irmãos e eu então tomamos as armas. Após a tomada de Baba Amro, a 1 de março, quando o governo chamou a deixar as armas, meu pai, meus irmãos e eu as deixamos. A 10 de março, quando os saldados descobriram muitos homens degolados em Shomari, reconheci entre os corpos meu pai e meus dois irmãos.

domingo, 3 de junho de 2012

Passa a valer em Israel lei que prevê prisão de imigrantes ilegais por três anos


Ainda sobrevive, e muito fortemente,  em Israel  teses absurdas de eugenia e aquelas oriundas de “suposta” superioridade racial de  determinados  povos.  A propósito aquela ladainha  histórica  da odisseia de semitas  em terras sagradas e sua predileção divina, ainda  campeia mentes  em várias regiões do planeta. 
Nem mesmo em tempos medievais  algo tão  absurdo passava desapercebido pelas mentes pensantes da época.  Quem não se recorda  das aventuras  intelectuais do  grande Aristóteles que mesmo tendo vivido no século IV aC  teve  sua influência, e bastante  assídua, em incansáveis discussões intelectuais em meados do século XIV.  Sua sombra  era forte e  arrastou-se ainda em tempos modernos.

Todavia foi-se o tempo em que  se punha  um ponto final  numa discussão com aquela sentença:   “ Aristóteles o disse”.   Quem não se recorda do crasso erro  do respeitadíssimo pensador  ao se referir ao sangue  e a sua suposta, sabemos hoje errada,  relação  deste e, em sequência , transferência  embrionária  para o feto.  Um absurdo, sabemos pois, que os caracteres são transferidos pelos genes  então inclusos nos cromossomos e não pela corrente sanguínea  como se supunha.

Entre muita gente inculta e preconceituosa essa ficção do sangue é ainda difundida e forte.  Trata-se, pois, de uma concepção  estúpida e anticientífica.   Só pode ter lugar num museu de aberrações.

Mas, há erros insistentes  imprevisíveis  e que atravessam séculos incólumes.  Esta lei  que dá ao Estado sionista o direito de prender pessoas, fiado em discriminações óbvias, é uma afronta  ao Direito Internacional.  Ridicularias de fanáticos  racialistas com suas roupagens clássicas e  forjadas, cujos conteúdos,  são temperados pela imoralidade  e por toda a sorte de ardil. Um ato   criminoso.    Um labirinto de ideias desencontradas que só surtiram, e têm  eco, junto a mídia  vassala .      Que  deveria ser, portanto  efêmera  e não  longeva. 

A matéria  que segue nos  leva a um fenômeno não menos vergonhoso e imoral  que  acontece  nos dias atuais.     Então vejamos.   

Missão GRAIL. EUA, Rússia, Índia e China querem ir à Lua.


Duas sondas do projeto GRAIL (NASA) para estudo da Lua encerraram a missão principal e preparam para a missão de continuação – ela partirá no final de agosto. Os próximos lançamentos para a Lua estão programados para o próximo ano. Apesar de seus principais objetivos serem científicos, a corrida lunar, que se desenvolve, possivelmente está relacionada já não apenas com a ciência.


O projeto GRAIL (abreviatura de Gravity Recovery And Interior Laboratory - Estudo laboratorial da gravitação e composição interna - lançado em 10 de setembro de 2011) é tecnicamente bastante complexo. Ele consiste de dois satélites praticamente iguais, que seguem um após outro, por uma mesma órbita polar baixa, quase circular. O principal instrumento a bordo é o complexo LGRS (abreviatura de Lunar Gravity Ranging System - Sistema de avaliação da gravitação lunar) em essência é um conjunto de transmissores e antenas para enviar e receber sinais, necessário para medir, o mais exatamente possível, a distância entre as duas sondas. Quando ambas as sondas, GRAIL-B e GRAIL-A passam sobre territórios lunares com maior ou menor concentração de massa (e como consequência com maior ou menor força de gravitação) sua velocidade relativa e disposição mudam. Estas mudanças podem ser medidas e depois, por elas, restabelecer a forma do campo gravitacional da Lua. Consegue-se medir a distância entre as sondas GRAIL com exatidão de alguns microns.


Os dados GRAIL, em combinação com os mapas topográficos detalhados da Lua e dados da composição da superfície lunar, devem ajudar a estudar a estrutura interna de nosso satélite e sua evolução e também como a Lua reage à força de gravidade da Terra.


Além destas tarefas, estritamente científicas, os dados sobre o campo gravitacional da Lua são necessários para a exploração de nosso satélite: a ideia de povoação, ou pelo menos de estudo da Lua pelos homens continua viva. A questão é: quem e para que quer voar para a Lua.

sábado, 2 de junho de 2012

Países da Alba rechaçam projeto de resolução contra Síria na ONU


Adital
A representação da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba) diante do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas rechaçou o projeto de resolução que está sendo discutido na seção convocada de maneira extraordinária para esta sexta-feira.

"O projeto resolução reflete as pretensões de interferir nos assuntos internos da Síria, sem contribuir com o diálogo nem a busca de paz”, citou a representação, em nome dos Governos de Bolívia, Cuba, Equador, Nicarágua e Venezuela.

Durante sua participação na sessão, a Alba disse que o projeto "carece de equilíbrio e estabelece precedentes negativos para a genuína cooperação em matéria de direitos humanos que deve sustentar o trabalho deste Conselho”.



Os países da Alba manifestaram que não compartilham que "lamentáveis feitos, e sob a suposta proteção de vidas humanas, sejam o pretexto para a intervenção estrangeira. Fazemos um chamado urgente ao imediato cessamento da violência por todas as partes na Síria”.

"Reiteramos nossa solidariedade com o Governo e o povo sírio diante dessa difícil situação que atravessam. Nos preocupa que se repita o mesmo procedimento de interferência aplicado por potências estrangeiras na Líbia”, assinalam.

Além disso, expressaram sua preocupação "pela perda de vidas inocentes em qualquer parte do mundo e condenamos energicamente o assassinato de mais de 100 pessoas (em Houla), em sua maioria mulheres e crianças”.

Nesse sentido, o comunicado da Alba insta a iniciar "uma exaustiva investigação desses crimes e exige que seus autores sejam levados à justiça”.

"Valorizamos os passos do Governo sírio na atenção das legítimas exigências de quem se manifestou pacificamente (...) e o programa de reformas levado a cabo; além de sua disposição para implementar o plano de paz de Kofi Annan”, sustentou a Alba.

Também manifestaram sua confiança no povo sírio para solucionar seus problemas, sem uma interferência estrangeira "que provocaria graves consequências à paz mundial, em especial na região do Oriente Médio”.

Em reunião da ONU, Brasil rechaça intervenção militar na Síria


O Brasil rechaçou nesta sexta-feira (1º) a possibilidade de intervenção militar na Síria na tentativa de conter a série de violências na região. A embaixadora do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), Maria Nazareth Farani Azevêdo, defendeu que as autoridades sírias solucionem o impasse internamente. O assunto foi tema de uma sessão extraordinária do Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre a situação na Síria.

“Não há solução militar para a atual crise na Síria, e o governo sírio é o principal responsável por criar as condições necessárias para que o plano de seis pontos [negociado pelo emissário da ONU e da Liga Árabe para a Síria, Kofi Annan] possa prosperar”, disse a embaixadora na sessão extraordinária, em Genebra, na Suíça. “Estamos extremamente preocupados com os relatos que descrevem a atual situação na Síria como de pré-guerra civil”, completou.

Segundo a embaixadora Maria Nazareth Azevêdo, há um “senso de urgência” na Síria devido aos relatos de massacre, como o ocorrido em Houla, no dia 27, matando 108 pessoas, inclusive crianças. Ela defende que uma Comissão de Inquérito das Nações Unidas investigue as denúncias de violações de direitos humanos no país.

“(Condenamos) nos termos mais fortes possíveis os assassinatos, confirmados por observadores das Nações Unidas, de dezenas de homens, mulheres e crianças e ferimentos de centenas na aldeia de El-Houleh, perto de Homs”, ressaltou ela.

Governo do Estado é o maior devedor de precatórios do país e ainda faz manobra para dar calote.


O governo do Estado de São Paulo é o maior devedor de precatórios do país, com débito de R$ 20 bilhões. De acordo com Marco Antonio Innocenti, vice-presidente da Comissão da Dívida Pública da OAB-SP, o atual governo tem buscado outros recordes de inadimplência: além de desembolsar em 2012 menos da metade dos recursos para quitação desses débitos em relação aos anos anteriores, também quer aumentar ainda mais a própria dívida, pagando por imóveis desapropriados apenas o valor venal, ficando a diferença para ser paga em precatórios.

 “Embora a Emenda Constitucional (EC) 62/2009 tenha previsto o prazo de 15 anos para a quitação dos precatórios o que exigiria do governo estadual um aumento dos repasses relativamente aos anos anteriores (R$ 1,758 e R$ 2,041 bilhões em 2008 e 2009, respectivamente), a Secretaria da Fazenda alocou ainda menos recursos em 2010 e 2011, pondo à disposição do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), respectivamente, R$ 1,387 bilhão e R$ 1,545 bilhão. Desembolsando menos do que antes da EC 62, e considerando o ingresso de R$ 1 bilhão por ano em precatórios novos previstos pela própria Procuradoria-Geral do Estado (PGE), o Estado paulista, por não conseguir equacionar sua dívida nem em 15 anos, estaria na contingência de ter sequestrado, pelo TJSP, o valor da diferença entre o que é liberado e o montante necessário para o pagamento integral do estoque naquele prazo”, afirmou Innocenti em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo de 1/6.

 Segundo ele, para tentar se livrar do sequestro, o Estado paulista optou pela realização dos leilões em 2012. A OAB questionou por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade.

 Innocenti explica a manobra: “Entretanto, feita de afogadilho apenas para tentar convencer o TJSP de que, com os descontos que pretende obter, conseguiria pagar a dívida até 2025, a opção pelos leilões não passa de mero artifício para bloquear, nos próprios cofres da Secretaria da Fazenda, quase metade dos recursos previstos para os precatórios em 2012, representando uma economia ao governo de São Paulo de aproximadamente R$ 800 milhões, que não serão repassados ao TJSP simplesmente porque os leilões não têm a menor condição de ser realizados”.

Modelos brasileiras enviadas para o exterior foram escravizadas na Índia.


Exploração de pessoas é agravada pela pobreza e desigualdade social na Índia-Foto Verena Glass

Uma jovem de 15 anos e duas de 19 foram vítimas acabaram submetidas à degradação e tiveram liberdade cerceada

Três modelos brasileiras que saíram do Brasil com sonho de seguir carreira de modelo internacional viraram escravas na Índia. As jovens, uma delas com apenas 15 anos, foram vítimas de tráfico internacional de pessoas e acabaram submetidas a assédio moral e sexual, além de cárcere privado e servidão por dívida, de acordo com acusação feita pelo Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP). A denúncia foi aceita pelo juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Civil de São Paulo, que determinou que as agências brasileiras Dom Agency Model´s e Raquel Management parem imediatamente de enviar modelos ao exterior. Em entrevista à Repórter Brasil, o proprietário da Dom, Benedito Aparecido Bastos, negou que esteja envolvido com tráfico de pessoas. Já Raquel Felipe, proprietária da Raquel Management, não quis se pronunciar sobre as acusações.

As três brasileiras, duas irmãs de 15 anos e 19 anos de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, e uma jovem de 19 anos de Passos, em Minas Gerais, deixaram o país com contratos para fotografar em Mumbai, na Índia. As duas primeiras foram recrutadas pela Raquel Management em 12 de novembro de 2010. A terceira assinou com a Dom Model´s em dezembro do mesmo ano. Ao chegarem na Índia, as três jovens acabaram submetidas a condições degradantes e tiveram a liberdade cerceada. De acordo com depoimento que prestaram ao MPF, elas eram impedidas de deixar o apartamento em que viviam, em um edifício localizado em uma zona de exploração sexual, e só conseguiram escapar porque o pai das duas irmãs denunciou a situação ao consulado brasileiro em Mumbai. As jovens foram então resgatadas e conseguiram voltar ao Brasil em 26 de dezembro do mesmo ano graças ao auxílio do consulado, que arcou com os custos da viagem.



O agente local da K Models Management - parceira das agências brasileiras na Índia - chegou a ser preso pela polícia indiana na ocasião. Às autoridades brasileiras, as jovens relataram que ele pagou para que vigias do edifício as impedissem de deixar o local. Uma delas chegou a machucar o joelho ao fugir do homem, que tentou agarrá-la. Além da violência a que foram submetidas, as brasileiras não tinham acesso à água quente para o banho. No apartamento, segundo contaram, só havia água em algumas horas do dia. Uma das vítimas disse que não tinha tempo para se alimentar e descansar por conta dos trabalhos seguidos que era obrigada a cumprir.


Além da liminar para que as agências parem imediatamente de enviar modelos ao exterior, Jefferson Aparecido Dias, procurador regional dos Direitos do Cidadão do MPF-SP, responsável pela ação, espera que os proprietários sejam condenados a indenizar as três. "Além do prejuízo material, as jovens sofreram inequívocos danos morais, com todo o abalo emocional e psicológico durante o tempo em que permaneceram na Índia", afirma o procurador, que diz que todas as cláusulas do contrato assinado no Brasil foram descumpridas, desde as acomodações até as condições de trabalho.

O valor das indenizações para as três deverá ser definido o curso da ação. Jefferson também pede ressarcimento à União de US$ 2.116,18, valor gasto pelo consulado na Índia durante o processo de resgate e recondução das modelos ao Brasil. Para o procurador, este é um caso clássico de tráfico de pessoas e é um exemplo bem sucedido na repressão.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Revista tucana distribuída no metrô ataca Haddad e PT.


PSDB usa revista de SP e distribuída produzida pelo Governo gratuitamente aos usuários do metrô para fazer ataques 'grosseiros' ao PT.

Por: Nelson  Canesin - Sociólogo

Hoje pela manhã fui surpreendido com a distribuição - gratuita - de uma revista no metrô. Uma revista que nunca tinha visto antes, embora informem tratar-se do nº 32. Conversei com várias pessoas que tomam metrô e trem e ninguém disse ter visto essa revista antes. Informam que é distribuída gratuitamente no metrô e trens da CPTM, dantes nunca vista. Muito estranho.

A capa da revista diz tudo, uma figura de capuz e ao invés do rosto, a estrela do PT. Matéria principal: ataques de todos os níveis ao PT, caso Celso Daniel (prefeito de Santo André que foi assassinado) tentando envolver o atual prefeito de São Bernardo do Campo, o candidato do PT nas próximas eleições em Santo André, Carlos Grana, tratam ainda das administrações do PT em Osasco e outras cidades, falam (como sempre) de José Dirceu e entram em outra matéria na discussão do chamado "mensalão", ou seja, é uma revista que tem um único propósito: atacar o PT.

Fiquei pensando, será que o crescimento do PT, que pode vencer a disputa de muitas cidades importantes e automáticamente se fortalecer para em 2014 vencer em muitos estados, principalmente São Paulo onde o projeto tucano se esgotou depois de 20 anos de desmandos, está assustando tanto? Ou será que a CPMI do Cachoeira, que além da mídia, principalmente a revista Veja, e do judiciário, principalmente Gilmar Mendes e Roberto Gurgel, está deixando a direita tão desesperada?

Continuei pensando, isso é coisa do Serra, principalmente depois de ter lido na coluna da Mônica Bergamo sobre a armação do Serra em relação ao encontro Lula/Jobim/Mendes.

A OTAN e a UE preparam um banho de sangue.


O Gabinete de Imprensa do CC do KKE enfatizou o que se segue no seu comunicado a respeito das declarações de F. Hollande quanto à Síria.

 "As declarações do recém-eleito presidente da França, François Holland, as quais agora estão abertamente orientadas para a possibilidade de intervenção militar na Síria, são muito reveladoras quanto ao novo massacre de povos que está a ser preparado pela UE e pela NATO na nossa região.

 As suas referências ao Direito Internacional e à ONU estão a ser utilizadas como "cobertura" para impor "a lei do mais forte" na "selva" de contradições entre as potências imperialistas e os grupos monopolistas sobre o controle dos recursos energéticos, suas rotas de transporte e suas fatias de mercado.

 Todos aqueles, incluindo o SYRIZA – os quais disseram que com a eleição de Hollande novos ventos percorriam a UE e semearam ilusões de que a UE tornar-se-ia "pró  povo" – foram desmascarados e devem responder por isto perante o povo. A própria vida tem demonstrado que as organizações imperialistas, como a NATO e a UE, não podem ser "humanizadas". Elas foram, são e serão enquanto existirem, instrumentos para a exploração dos povos, tal como o capitalismo elas têm a guerra no seu DNA.

Noite dos Vidros Quebrados.


Africanos violentamente atacados em Tel Aviv

Violação dos Direitos Humanos e Fascismo: Os judeus de Israel imitam Hitler manifestando-se contra imigrantes humildes. – Milhares de israelenses, entre eles políticos de alto nível, assistiram a uma manifestação contra os africanos indigentes em Tel Aviv. A proposta tornou-se violenta, incluindo golpes brutais aos africanos pobres e quebra de janelas de lojas de alimentos africanas. A cruel manifestação, que aconteceu em Hatikva, bairro norte de Tel Aviv, desprezou os direitos humanos dos africanos que solicitam asilo, e foi organizada por Michael Ben Ari, um membro do Knesset (parlamento de Israel), e do partido União Nacional, que se uniu aos ativistas repressores de extrema direita Itamar Ben-Guir e Baruch Marzel. O próprio povo de Israel pediu ao governo, e a Benjamin Netanyahu, para não tomarem medidas contra os africanos.

Sem nenhum tipo de escrúpulos, políticos do partido governante e membros do Knesset – Regev, Miri e Danny Danon - participaram da violenta manifestação. Regev, inclusive, chamou os indigentes africanos de “câncer de nosso corpo”, e disse que os “infiltrados” deveriam ser imediatamente expulsos de Israel.

“Agora não é hora de temer a utilização das palavras ‘expulsão já’”, sentenciou Danon, enquanto os africanos eram golpeados com chutes, no chão.

A multidão levou cartazes dizendo: “Aqui não é a África” e “Deixem de falar, comecem a expulsar”.

Comportando-se da mesma maneira que Benito Mussolini, Adolf Hitler e Ku Klux Klan, os judeus cegaram-se de ódio ao anoitecer e atacaram violentamente, com paus e armas, mais de 12 homens e mulheres africanos, que desgraçadamente estavam perto do local. Os israelenses também destruíram as janelas das lojas de alimentos onde trabalham os imigrantes e, posteriormente, as saquearam.

Como se fosse pouco, quebraram a janela de um taxi conduzido por um suposto trabalhador imigrante africano e fizeram uma fogueira no meio da rua.

O ódio dos judeus que participaram da manifestação reflete um aumento dramático na impunidade com que Israel é tratado pelo mundo. A injustificada intolerância contra os trabalhadores humildes africanos, que tão somente pedem asilo, foi incentivada por funcionários públicos que ocupam os mais altos escalões do poder e que participaram da violência.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

SP usa prisão provisória para “controle” da população de rua


por Daniella Jinkins
 

De acordo com o estudo da Pastoral Carcerária e do ITCC, medida tem sido utilizada pelo governo paulista “como instrumento político de gestão populacional”

Relatório elaborado pela Pastoral Carcerária Nacional e pelo Instituto Terra,Trabalho e Cidadania (ITTC) afirma que a prisão provisória tem sido usada em São Paulo “como instrumento político de gestão populacional, voltado ao controle de uma camada específica da população”. A Agência Brasil teve acesso à integra do relatório, que deve ser divulgado essa semana.

De acordo com o documento, o uso da prisão provisória tem sido dirigido a usuários de drogas e moradores de rua da capital paulista. São Paulo é o estado com maior quantidade de presos provisórios do país. De um universo de 174 mil detentos, 57,7 mil estão privados de liberdade e ainda não foram julgados.

Segundo a pesquisa, juízes e promotores corroboram a seletividade e a violência promovidas pelas polícias e raramente questionam a necessidade da prisão cautelar. “Há uma grande resistência dos operadores [do direito], que não se dão ao trabalho nem mesmo de atentar para o caso concreto, emitindo cotas e decisões caracterizadas pela generalidade e pela pobreza argumentativa”.

O relatório diz ainda que “inverte-se o princípio da presunção de inocência, mantendo-se a pessoa privada de liberdade de forma automática, como se o estado de flagrância constituísse prova suficiente da culpabilidade ou como se a prisão cautelar funcionasse como a antecipação de uma pena que não será aplicada ao final do processo”.

De acordo com o documento, inúmeros relatos de presos provisórios denunciam que, no momento da abordagem policial, quando estavam utilizando drogas em grupo, os policiais liberavam diversos usuários e prendiam alguns outros, em uma forma discricionária de condução da abordagem.

“A escolha entre quem seria liberado ou preso era fundada na ficha do indivíduo – reincidente ou primário –, na sua cor ou raça, na sua vestimenta, na sua classe social. Foi possível perceber o imenso poder que a atual Lei de Drogas confere aos policiais, que podem tipificar determinada conduta como bem desejam”, diz o relatório.

Agronegócio, agrotóxico e “agrocâncer”


As três palavras acima não são mera propaganda. Nos últimos dez anos tomou conta da forma de produzir na agricultura brasileira, o chamado agronegócio. Ele é um modelo de produção de mercadorias agrícolas, subordinado agora aos interesses do capital financeiro e das grandes empresas transnacionais. Aliados aos fazendeiros brasileiros, que entram com a natureza.

Nesse modelo, o capital financeiro entra com o capital. Do valor bruto de produção agrícola ao redor de 160 bilhões de reais, os bancos entram com aproximadamente 110 bilhões todos os anos, financiando a compra dos insumos e cobrando os juros, sua parte na mais-valia agrícola. E as empresas transnacionais fornecem os insumos agrícolas, máquinas, fertilizantes químicos e, sobretudo, os venenos agrícolas. A produção agrícola depois se destina ao mercado mundial, as chamadas commodities agrícolas.

Esse modelo construiu então uma forma de produzir, uma matriz tecnológica que combina grande propriedade, que vai aumentando a escala de produção a cada ano, monocultivo, se especializando num só produto de exportação, mecanização intensiva, pouco emprego de mão-de-obra direta e uso intensivo de venenos agrícolas. As conseqüências desse modelo que se tornou hegemônico nos últimos dez anos, e que atua independente de tudo, já apresentam seus resultados perversos, para o meio ambiente, para a economia brasileira, para o rendimento econômico dos próprios fazendeiros e, sobretudo para a saúde dos brasileiros.

Em termos econômicos, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), esse padrão de exploração econômica levou a uma matriz básica de custo de produção, em que os fazendeiros capitalistas brasileiros gastam em média, 24% com fertilizantes químicos, quase todos importados, 15% de todo capital investido em venenos, e mais 6% em sementes transgênicas. Pagam em média 2% de royalties para as empresas de sementes, totalizando 47% de todo seu custo. E gastam apenas 4% com mão-de-obra de trabalhadores rurais brasileiros e ficam, no final, com 13% de lucro. Ou seja, a conta é clara. Nossa agricultura está totalmente subordinada aos interesses do capital financeiro e estrangeiro e transfere a eles a maior parte do valor de produção.

Os resultados no meio ambiente são catastróficos. Hoje 80% de todas as terras cultivadas são utilizadas no monocultivo da soja/milho, cana de açúcar, algodão e na pecuária extensiva. Isso tem gerado um desequilíbrio da biodiversidade na natureza, que se agrava com aplicação dos venenos agrícolas, que matam tudo.

EUA introduzem controle total da Internet


Mesmo se você tem paranóia, tal não significa que não pode ser espiado, pelo menos na Internet. Se tiver uma saúde de ferro, pelos vistos, é espiado de qualquer modo.

Se tiver dúvidas, basta conhecer a lista de palavras utilizadas pelo Ministério de Segurança Nacional (MSN) dos Estados Unidos (The Department of Homeland Security) para monitorar sítios e redes sociais na Internet.

No sábado passado, o jornal britânico The Daily Mail publicou esta lista, comunicando que o MSN foi obrigado a divulgar este documento após uma exigência da organização de interesse público Electronic Privacy Information Center (Centro Informativo de Proteção da Privacidade na Rede).

A lista, composta por centenas de palavras e frases feitas, é impressionante. Seria difícil imaginar que o emprego de tais palavras como “México” ou “China” por particulares no Facebook seja captado por programas especiais. A lista inclui praticamente todo o Oriente Médio e Extremo Oriente – Iraque, Irã, Afeganistão, Paquistão, Iémen, assim como a Coreia do Norte, Colômbia e Somália.

O princípio de seleção é compreensível: a lista é dividida em tais categorias como “segurança interna”, “segurança nuclear”, “saúde e gripe aviária”, “segurança de infraestruturas”, “terrorismo” e outras. Compreende-se também a presença de expressões e palavras-chave, tais como “bomba suja”, “reféns”, “sarin”, “jihad”, “Al-Qaeda”. Mas ao lado encontram-se palavras do léxico habitual de qualquer usuário pacífico da Internet – “nuvem”, “neve”, “carne de porco”, “químico”, “ponte”, “vírus”…

Pode ficar sob vigilância o autor de um posts sobre o Smart, carro popular na Europa, ou aquele que mencione a história de Caim e Abel. Destaque-se que é monitorizado o próprio termo “rede social”, ligado praticamente a tudo que é utilizado pela rede mundial.

Os peritos do Electronic Privacy Information Center consideram que a lista inclui muitas palavras que podem ter sentidos diferentes, o que ameaça as garantias concedidas pela Primeira emenda da Constituição dos Estados Unidos, que proclama a liberdade de expressão.

O Ministério de Segurança Nacional aceita em certo grau estas críticas. Segundo o secretário de imprensa do departamento, Matthew Chandler, é necessário considerar os algoritmos de programas de pesquisa. Ao mesmo tempo, em entrevista à edição eletrônica Huffington Post, Chandler declarou que a atividade do monitoramento da Internet se encontra na etapa inicial, sendo voltada para prevenir o terrorismo e controlar cataclismos naturais. Por outro lado, o responsável rejeitou liminarmente as suspeitas de o ministério ter utilizado as suas potencialidades para controlar a dissidência. Contudo, a julgar pela atividade do Electronic Privacy Information Center, nem todos concordam com ele.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Sem Terra lutam no Alto Sertão de Alagoas contra a seca na região.


Cerca de 350 famílias de agricultores organizadas no MST realizaram na manhã desta quarta-feira (30) uma manifestação que percorreu a cidade de Delmiro Gouveia (330km de Maceió), no Alto Sertão alagoano. Com paradas na Prefeitura Municipal, na Companhia de Abastecimento e Saneamento de Alagoas (Casal) e na Eletrobrás Distribuição Alagoas, os trabalhadores cobraram políticas de enfrentamento às consequências da estiagem que assola a região.

MST realiza jornada de lutas para denunciar a seca no Nordeste

Em frente à Prefeitura, os manifestantes denunciaram irregularidades em obras do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), projetos operacionalizados pela Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) e no abastecimento de água da cidade, que deixa de contemplar bairros inteiros. Segundo Luciano Carlos, da direção estadual do MST, “tem obra da Codevasf inacabada em assentamentos, outras concluídas, mas sem água na torneira”.

Luciano se refere a obras executadas pelo órgão no Assentamento Picos, onde foi investido mais de R$ 300 mil, mas ainda não tem água para as famílias de agricultores, e no Assentamento José Elenilson, em que a obra está inacabada e os sertanejos têm que recorrer a carros-pipa.

Para poucos

O MST denuncia que os maiores açudes do município, construídos pelo Dnocs, estão localizados dentro das terras do Prefeito Lula Cabeleira (PMDB), assim como outras obras milionárias como esta, ainda em execução.

O Canal do Sertão, promessa secular para “resolver o problema da seca” na região, é mais um exemplo. Das terras que beiram o trajeto do Canal no Sertão em direção ao Agreste, uma faixa é terra indígena e a outra é propriedade do Prefeito Lula Cabeleira. Também foi questionado o uso da água que vai circular no Canal, que já se especula que servirá em grande escala para uma agroindústria privada de caprinos e ovinos, ao invés de contemplar preferencialmente a agricultura familiar.

Os camponeses também fizeram a mobilização para resolver demandas na Eletrobrás Distribuição Alagoas, que indicou o recadastramento das famílias no programa de Tarifa Social da conta de energia elétrica.

Os trabalhadores reclamaram de erros na contagem de energia, que tem atingido valores absurdos de R$ 700,00 em casas que possuem apenas um aparelho de TV. O Movimento foi recebido por representantes da empresa, quando alertou para o atraso na execução das fases do programa federal Luz Para Todos nos assentamentos.

Fascistas*


 foto:crédito: ODiario.info


Se os fascistas e a extrema-direita ganham força eleitoral nos dias de hoje, é o capitalismo em crise e as suas medidas de bárbara agressão contra os trabalhadores e os povos quem lhes abre caminho. Mas os mais hábeis fascistas são os que não vestem como tal.

As votações obtidas recentemente por forças de extrema-direita e abertamente fascistas em França e na Grécia – que seguem uma significativa tendência instalada em boa parte da UE – justificam alerta e análise.

Desde logo, há duas coisas que será fundamental ter em conta neste quadro. Uma é que a cada um dos votos que essas forças vêm obtendo não corresponde necessariamente um fascista. A outra é que o facto de alguns fascistas fazerem um tão grande esforço para se parecerem com fascistas serve para ocultar outros que cuidadosamente se fazem passar por outra coisa.

Se os fascistas e a extrema-direita ganham força eleitoral nos dias de hoje, um dos motivos por que tal sucede já Dimitrov o assinalava em 1935: «o fascismo consegue atrair as massas porque faz apelo, de forma demagógica, às suas necessidades e aspirações mais sentidas». Não é verdade que Marine Le Pen fez campanha junto dos agricultores reclamando a reforma da PAC? Não é verdade que os fascistas gregos fizeram a sua campanha, violentamente racista, com o slogan «do povo e para o povo»? Não é verdade que a campanha (ela própria fascizante) que visa fazer equivaler comunismo e fascismo facilita o voto popular em fascistas?

É o capitalismo em crise e as suas medidas de bárbara agressão contra os trabalhadores e os povos quem lhes abre caminho. Lembremos ainda Dimitrov: «não pode subestimar-se a importância de que se revestem [para o avanço do fascismo] as medidas reacionárias da burguesia que se agravam hoje nos países de democracia burguesa e que esmagam as liberdades dos trabalhadores», palavras tão válidas em 2012 como o eram em 1935.

Ações ocidentais complicam solução de crise síria


Damasco-  As ações de países ocidentais complicam hoje uma solução política à crise na Síria, segundo refletem os acontecimentos dos últimos dias.

 Apesar dos chamados do enviado especial da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan, para pôr fim à violência "agora e não amanhã", como expressou aqui em coletiva de imprensa, os passos do Ocidente apontam a alentar mais a crise.

 O diplomata ganês transmitiu às autoridades sírias "a grave preocupação da comunidade internacional com respeito à violência no país, incluindo o incidente que ocorreu em Houla".

 Disse que o Conselho de Segurança solicitou uma investigação sobre o ocorrido nesse povoado, onde foram massacrados mais de uma centena de pessoas, inclusive 32 crianças, o que se converteu em pretexto de Ocidente para aumentar suas sanções e pressões contra esta nação árabe.

 Observei que o governo sírio leva a cabo uma investigação sobre este incidente e isto é algo alentador, considerou.

 No entanto, a decisão de vários países ocidentais de expulsar a embaixadores e pessoal diplomata sírio é uma medida apressada e injustificada que pretende fazer cair a responsabilidade no governo local, estimam comentaristas.

 O enviado da ONU reconheceu que existiu a partir de 12 de abril passado verdadeira acalma no país e "agora não há nenhuma razão para que não se detenha a violência outra vez", em aparente referência ao incremento das ações nos dias que antecederam a sua chegada a Damasco.

terça-feira, 29 de maio de 2012

PAÍSES OCCIDENTALES EXPULSAN A DIPLOMÁTICOS SIRIOS. UN GUIÓN CALCADO DEL LIBIO


    La mayoría del pueblo sirio se crece y se crecerá ante las clásicas maniobras y provocaciones imperialistas


En una nueva campaña de presión política contra el Gobierno sirio, Estados Unidos, Reino Unido, Francia, Alemania, Italia, Holanda, España, Australia, Canadá y Bulgaria han terminado este martes con la misión de algunos embajadores, encargados de asuntos económicos y otros diplomáticos sirios en sus territorios.

En caso francés, el presidente François Hollande, fue quien ha anunciado el fin de la misión de la embajadora siria en París, Lamia Shakur. Alemania, Italia, Holanda y España se han hecho eco de la medida, según ha informado la agencia oficial siria SANA.

En Estados Unidos, Reino Unido, Australia y Bulgaria han sido expulsados los encargados de negocios del país árabe, mientras que Canadá ha pedido a varios integrantes del cuerpo diplomático sirio abandonar su territorio.

Sin embargo, el Gobierno de Austria ha manifestado que no tiene la intención de expulsar al embajador de Siria en Viena. De igual forma, ha descartado que vaya a cerrar su embajada en Damasco, capital siria, pero ha indicado que reducirá el número de sus diplomáticos.

La medida anti-Siria de los países occidentales ha sido puesta en marcha aprovechando el momento coyuntural, es decir la visita del emisario especial de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) y de la Liga Árabe, Kofi Annan, a Siria; la estratagema: que fracase el plan de Annan.

El pasado viernes, grupos armados sirios perpetraron una masacre brutal en la ciudad occidental de Hula en que perdieron la vida 108 sirios, entre ellos 49 niños y 34 mujeres.

Los países occidentales, sin disponer de ninguna evidencia, insisten en acusar al Gobierno sirio de estar detrás de la matanza, empero, Damasco desmiente rotundamente las alegaciones y denuncia una campaña mediática en su contra a fin de frustrar el plan de Annan, aceptado por el Gobierno sirio, que busca la estabilidad de ese país árabe.



Fonte: HispanTV e http://thescarletrevolutionary.wordpress.com/

Ato Público. Escrivães e investigadores exigem valorização da carreira.


  Foto- crédito: Karen Caldeira / Mídia Consulte

O Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo (SEPESP-CUT) e o Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (SIPESP) realizarão nesta quarta-feira (30/5) um Ato Público em defesa da valorização da carreira, a partir das 10h, em frente à Assembleia Legislativa de São Paulo.

 Os Escrivães e Investigadores de Polícia reivindicam do governo do Estado de São Paulo equiparação salarial com o cargo de perito, em razão que ambos têm curso superior. Hoje, um Escrivão recebe R$ 1.782,30 já o perito cerca de R$4.909,30.

 A categoria também pede o pagamento de adicionais com base no salário, melhores condições de trabalho e uma jornada de trabalho de 40horas/semanais. Atualmente, os Escrivães e Investigadores trabalham bem acima das 40 horas, chegando até 50 horas nas delegacias. “A nossa categoria está sendo massacrada e os nossos salários estão defasados há mais de 16 anos. É fundamental a participação de todos neste ato”, frisa o presidente do SEPESP-CUT, João Xavier Fernandes.

Aviso de greve

 O SEPESP-CUT e o SIPESP entregaram, no dia 21 de maio, um documento com todas as reivindicações dos trabalhadores ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. As entidades alertam que caso o governo estadual não se posicione sobre a pauta, os Escrivães e Investigadores poderão entrar em greve geral por tempo indeterminado a partir do dia 30 de junho “Esperamos que o governador atenda as nossas reivindicações”, finaliza Xavier.


Fonte: Assessoria de Comunicação do SEPESP   e PT Alesp

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Autores do massacre na Síria foram identificados.


Dois dos autores da recente matança ocorrida na Síria foram identificados. A informação veio neste domingo pelo diretor  Hossein Mortaza  da  corrente   Al-Alam na cidade de Damasco, capital do país,
De acordo com Mortaza um dos autores identificados  da chacina, registrada nesse sábado na cidade ocidental de Hula que deixou 108 pessoas mortas, entre as quais 32 menores de idade, pertencem a tribo ‘ A família Al-Aksh’.

Foi assinalado também que  segundo as informações de observadores internacionais na Síria confirmam e comprovam  a existência de grupos armados  com  motivações políticas, e que tais grupos   executaram  os ataques na cidade.

O diretor da corrente  Al-Alam ainda observou  que  neste domingo,  em Harasta,- parte nordeste da capital- nos arredores de Damasco tem vivido  com intensa jornadas de enfrentamentos entre as forças sírias e grupos terroristas.

Veto parcial ao Código Florestal é uma derrota do latifúndio, afirma Via Campesina


O veto parcial da presidenta Dilma Rousseff ao texto do novo Código Florestal foi insuficiente, mas mesmo assim representou uma derrota ao latifúndio e aos ruralistas. Essa é a avaliação dos movimentos sociais da Via Campesina Brasil sobre os vetos e a Medida Provisória publicados nesta segunda-feira (28) no Diário Oficial da União.

O integrante da Via Campesina, Luiz Zarref, explica a avaliação dos movimentos ao veto presidencial ao Código Florestal.

“Ele representa uma derrota do latifúndio mais atrasado, aquele latifúndio que queria a anistia total e integral, desse latifúndio que planta soja até na beira do rio e que não queria recuperar nada. Mas ele não significa o atendimento das necessidades da população de produção de alimentos saudáveis e de conservação da natureza”.

Tudo isso acontecendo e eu aqui....


As pesquisas de intenção de voto dão ao presidente venezuelano Hugo Chavéz uma vitória  espetacular.   Cada   nova amostragem anuncia,  nitidamente , que Chávez amplia a margem sobre seu concorrente  que é o candidato das elites.


 Lá, como aqui, os complexos máfio-midiáticos tentam enganar a opinião pública com suas mentiras e distorções.  Sabemos bem  que tipo de efeito isso causa em populações que  ficam horas e horas diante de um  televisor.                                  Na Venezuela  entretanto a população está  bem informada e não cai mais em armadilhas do tipo “Global”.

A vitória de Chávez  representará um avanço da esquerda e, por conseguinte, mais  expectativas de melhorias para a sociedade, leia-se classe trabalhadora, que vem ganhando  espaços importantes  na distribuição de  rendimentos  promovidos pelo governo bolivariano.  A velha elite  americanófila  se debate  na tentativa de voltar ao poder e retomar o controle das riquezas entregando-as, como de costume , para os seus lacaios  internacionais.  O Petróleo da Venezuela nunca esteve tão perto dos venezuelanos como agora.  Para os históricos  enganadores do povo isso é muito grave.

Conselho de Segurança condenou autoridades sírias por massacre de Houla.


O Conselho de Segurança da ONU discutiu, em sessão extraordinária, o agravamento da situação na Síria, focando o massacre de Houla, cidade em que em resultado de um tiroteio morreram, segundo os últimos dados, quase 120 e ficaram feridas várias centenas de pessoas.

Numa resolução aprovada, os membros do Conselho de Segurança condenaram as autoridades sírias pelo bombardeio da cidade de tanques e peças de artilharia e o assassinato de civis. A Rússia fez uma declaração especial, apelando a que não sejam tiradas conclusões precipitadas e que não sejam excluídas provocações por parte de terroristas.

Após uma trégua não duradora, os comunicados da Síria voltam a parecer boletins da linha de frente. Os observadores da ONU, que visitaram a cidade de Houla após o ataque, comunicam sobre mais de 115 mortos e três centenas de feridos. Entre as vítimas há muitas mulheres e crianças. O regime governante foi responsabilizado de fato pela tragédia. Segundo os dados da ONU, bairros residenciais foram atacados por tanques e peças de artilharia das tropas governamentais.

No documento aprovado no quadro da sessão extraordinária, o CS da ONU condenou unanimemente as autoridades sírias pelo assassinato de habitantes civis. Para além disso, os militares foram acusados de fuzilamento de pessoas a sangue-frio por tiros a queima-roupa.

O politólogo orientalista Gueorgui Mirskiy apela contudo a que não sejam tiradas conclusões precipitadas, apontando que não se excluem provocações por parte da oposição e de terroristas da Al-Qaeda:

"A maior parte dos mortos são pessoas assassinados por projeteis (de tanques ou de artilharia). A oposição não tem tais armamentos e, portanto, trata-se de tropas governamentais que, julgando por comunicados, atacavam a cidade durante um longo tempo. Foram mortas dezenas de pessoas civis. Mas foram encontradas pessoas, inclusive crianças, esfaqueadas. Não é estilo de militares, é estilo de islamitas. Naturalmente, o acontecido é mais vantajoso para a oposição, porque a culpa será atribuída a Assad. As pessoas irão dizer em todos os países tanto árabes, como ocidentais que este criminoso deve ser castigado."

domingo, 27 de maio de 2012

Síria denuncia sincronização de ataques com visita de Annan.


Damasco- A Síria denunciou hoje a sincronização do recente massacre na cidade de Houla com a visita do enviado da Liga Árabe e da ONU, Kofi Annan, para verificar a marcha de seu plano de seis pontos sobre uma solução política à crise.

  Durante uma conferência de imprensa o porta-voz do Ministério de Exteriores e Emigrados, Jihad Makdesi, chamou a atenção sobre a "suspeita sincronização dos ataques contra a população civil com a chegada de Annan".

 É um golpe contra o processo político, sustentou depois de sublinhar que "a metodologia de assassinatos brutais não faz parte das éticas do exército sírio e quem está matando não é o exército sírio regular, senão grupos terroristas armados".

 Makdesi questionou "a ligeireza com que se acusa às forças do governo" do massacre perpetrado na sexta-feira em Houla, no centro do país, onde perderam a vida mais de 90 civis, incluídas crianças. Esclareceu que o sucedido não favorece os interesses do Estado sírio. "Não podemos negociar com o sangue de nossos filhos, da mesma forma que não pode ser justificado o uso de armas contra o prestígio do Estado por mais desculpas políticas que tenham", disse.

 O porta-voz do governo sírio destacou que desde que seu país acolheu o plano da ONU aumentaram as ações dos grupos terroristas, porque, indicou, não desejam que este programa tenha sucesso.

Equador revelará irregularidades em contratação de jornalistas.


Quito-  O Ministério de Relações Trabalhistas do Equador informará nos próximos dias sobre quais meios de comunicação violam requisitos na contratação de jornalistas.

  O titular dessa pasta, Francisco Vacas, disse ao portal digital Ecuadorinmediato que até o momento 90% dos órgãos de imprensa do país, privados e públicos, foram avaliados.

 A avaliação se dá em seguida às recentes revelações em uma pesquisa da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, segundo a qual os profissionais do setor são alvo de uma exploração deliberada.

 De acordo com a investigação, pouco menos de 20% daqueles que trabalham em meios de comunicação não estão filiados ao seguro social e 25% dos radicados na cidade de Guayaquil trabalham sem relações formais.

 Um a cada três jornalistas - adverte o estudo - necessita ter outro trabalho paralelo para poder sobreviver e um em cada dois não recebem horas extras. Mais da metade trabalha entre 8 e 10 horas diárias.

 Por outro lado, 81% dos meios de comunicação privados não admite a criação dos sindicatos no ramo.

 52% dos entrevistados também afirmaram que se beneficiarão com a nova Lei de Comunicação, que deverá ser aprovada no curso das seguintes semanas.

 A pesquisa revelou ainda que 65% dos jornalistas em Quito e 42% em Guayaquil não estão filiados a associações ou sindicatos jornalísticos, um fenômeno que aponta a falta de confiança em agremiações como a União Nacional do Jornalistas.

sábado, 26 de maio de 2012

Irã rechaça na ONU novas ameaças de Israel.


Nações Unidas-  O Irã denunciou hoje perante as Nações Unidas as novas ameaças de Israel de utilizar a força contra a República Islâmica e reiterou sua rejeição a todo tipo de armas de destruição em massa, incluídas as nucleares.

  A declaração está contida em uma carta enviada pelo representante permanente do Irã na ONU, Mohammad Khazaee, ao secretário geral do organismo mundial, Ban Ki-moon, e ao Conselho de Segurança.

 A carta faz referência a recentes pronunciamentos do ministro de Defesa israelense, Ehud Barak, que anunciou eventuais ataques contra instalações nucleares iranianas.

 Assinala que essas ameaças são injustificáveis e irresponsáveis e estão baseadas em presunções erradas e falsas com relação às atividades do Irã em matéria nuclear com fins pacíficos.

 Tais expressões são uma flagrante violação dos princípios essenciais da carta da ONU e da lei internacional e contrárias aos esforços globais para fortalecer a paz e segurança internacional e regional, afirma a carta.

Poty tem obra exposta em Curitiba


Integrante da geração de artistas surgidos na década de 1940, no Paraná, Poty Lazzaroto tornou-se um dos mais destacados ilustradores do País. Uma mostra representativa de seu trabalho está agora em cartaz na capital paranaense


Um dos mais destacados ilustradores brasileiros, Poty Lazzarotto, está com seus trabalhos expostos atualmente no Museu Oscar Niemeyer.

O paranaense que se destacou principalmente pelas ilustrações que realizou para romances, livros de contos e poesia a partir da década de 1940. Sua atividade, porém, se estendeu mais parte para o terreno das pinturas murais, executando obras em baixo relevo e azulejos em fachadas de edifícios e monumentos públicos.

A exposição agora organizada em Curitiba apresenta uma reunião bastante vasta dos trabalhos de Poty, com um total de 800 obras, que acompanham todas as metamorfoses dos desenhos do ilustrador, desde os desenhos da juventude, passando pelas suas primeiras ilustrações em livros e os desenhos que produziu para a revista Joaquim – criada por Dalton Trevisan –, entre outros, incluindo as centenas de gravuras que o artista realizou ao longo de cerca de 50 anos de atividade.

Entre os destaques da exposição estão trabalhos nunca expostos antes em público, como os desenhos que o artista executou em sua viagem ao Parque do Xingu, além de fotografias também inéditas e outros materiais pessoais.

Poty, de todos nós inclui ainda os estudos preparatórios executados por Poty na elaboração de seus projetos monumentais.

A exposição ocupa o todo salão principal do Museu Oscar Niemeyer, o espaço Olho, e permanecerá em cartaz até dia 5 de agosto.

Muçulmanos: uma vida com dois sistemas de regras


A comunidade muçulmana na Europa vive segundo regras próprias, enganando os Estados, foi a conclusão de jornalistas suecos que investigaram os verdadeiros valores das comunidades muçulmanas.

Duas jovens visitaram dez mesquitas do país, contando aos imãs que o marido de uma delas é um muçulmano que a agride e que exige o cumprimento inadiável do dever conjugal segundo a sua vontade. As conversas com os imãs foram gravadas pelas jornalistas recorrendo as câmaras ocultas. Consequentemente, todo o país ficou a saber que, em seis das dez mesquitas, os imãs aconselhavam as jovens a submeterem-se, a aceitarem as agressões com paciência e em caso algum se queixarem às autoridades dos problemas domésticos. Também confirmaram o direito dos maridos muçulmanos à poligamia e ao sexo em qualquer circunstância.

Grupos armados confrontam plano de Annan para a Síria


Damasco- Grupos armados apoiados do exterior continuaram hoje as ações de violência para confrontar o plano do enviado da ONU, Kofi Annan, para encontrar uma saída política para a crise síria. Em uma área de Homs, a 162 quilômetros ao norte desta capital, seis pessoas morreram devido a explosão de uma bomba no bairro sul da cidade de Rableh al-Qseir, disseram autoridades.

 A bomba, colocada em frente a uma casa causou a morte do cidadão Youssef Eirouti, de seus três filhos e outras duas pessoas que estavam no imóvel.

 Enquanto em Alepo, a 350 quilômetros ao norte de Damasco, dois menores morreram e outras duas pessoas ficaram feridas devido aos disparos dos grupos armados, chamados pelas autoridades de terroristas.

 No sul do país, na província de Daraa, as autoridades ocuparam um automóvel com armas, entre elas um rifle, três artefatos explosivos, duas granadas de mão e uma câmera de vídeo, e além disso desativaram uma bomba de 25 quilogramas colocada pelos grupos armados.

 A agência de notícias síria SANA informou sobre a morte de vários terroristas após a explosão de um artefato que no povoado de Freika, em Jabal al-Zawiya, na província de Idleb, ao norte.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Federação de Sindicatos da Síria denuncia atentado de terroristas pagos pelos EUA.


O companheiro Adnan Azzouz, presidente da Federação Geral dos Sindicatos da República Árabe Síria, enviou para a CGTB a Declaração do Birô Executivo dessa entidade irmã, denunciando “a agressão das gangues armadas pelos países colonialistas”; os atos terroristas cometidos contra o povo sírio, em particular trabalhadores e estudantes, e destacando as duas bombas que causaram a morte de 55 pessoas e centenas de feridos em Damasco no dia 10 de maio.

Compartilhamos o importante documento que, mais uma vez, testemunha a heroica resistência dos trabalhadores, do povo e do Governo da Síria à criminosa ingerência imperialista nesse país.

“Trabalhadores do mundo em luta contra a opressão e a tirania;

Aos povos livres e honrados do mundo,

Grupos terroristas armados, bancados e financiados pelos regimes reacionários da Arábia Saudita, Qatar e Turquia e pelos países colonialistas tais como os Estados Unidos, França e Inglaterra, ampliam seus crimes atingindo todos os cidadãos sírios e a infraestrutura da sociedade síria pela qual o povo sírio pagou com devoção e sacrifício durante longo tempo. Dezenas de civis inocentes entregam suas vidas todos os dias como vítimas destes crimes que são condenáveis tanto do ponto de vista humano, como moral e religioso. Esses círculos agressivos que patrocinam, armam e financiam essas gangues não escondem seus maléficos objetivos por trás destes crimes. Torna-se claro e sem margem a equívocos que o principal objetivo das forças obscurantistas agressoras é pôr a Síria para sempre de joelhos e removê-la da trincheira da resistência contra o projeto colonial; da condição de país que luta contra o projeto de redivisão do Oriente Médio em frágeis entidades sectárias e étnicas. O intento é perpetuar o domínio da entidade sionista racista sobre a região. Essa é a essência satânica do projeto denominado Grande Oriente Médio.

Sistema penitenciário cubano desperta interesse em encontro jurista.


Havana- As conquistas e perspectivas do sistema penitenciário cubano despertam o interesse de especialistas de mais de 14 nações que assistem ao VI Encontro Internacional Justiça e Direito que entrará hoje em sua segunda jornada.
Tribunais cubanos buscam celeridade em solução de casos
 Outros temas que se abordarão no encontro serão o assédio sexual trabalhista, a regulamentação da intervenção judicial no processo agrário cubano, o tratamento penitenciário no Peru e a sociedade frente ao delito e à prevenção, entre outros pontos.

 Nesta quarta-feira na jornada inaugural, o presidente do Tribunal Supremo Popular, Rubén Remigio Ferro, afirmou que Cuba evita transferir mecanicamente a seu ordenamento processual as práticas jurídicas incompatíveis com sua cultura, valores e idiossincrasia e o nível de desenvolvimento da sociedade.

 Hoje exibimos conquistas como a participação cidadã direta na execução da justiça, e ao mesmo tempo contamos com os juízes para a estrita observação das garantias e direitos das pessoas naturais e jurídicas implicadas nos processos judiciais.

 Avançamos - disse - na adequada rapidez com a que se processam os assuntos no setor em todas as instâncias e matérias, também nos princípios de oralidade, publicidade, mediação, consideração livre das provas e motivação das falhas judiciais nos assuntos que se processma e resolvem.

Bicheiro fez depósito para envagetador de FHC


Quebra de sigilo do contador da quadrilha de Carlinhos Cachoeira mostra que o escritório do subprocurador-geral da República Geraldo Brindeiro recebeu R$ 161,2 mil das contas de Geovani Pereira da Silva, procurador de empresas fantasmas utilizadas para lavar dinheiro do esquema criminoso. De acordo com o senador Pedro Taques (PDT-MT), que analisou laudo de perícia financeira constante no inquérito que investiga o contraventor e seus comparsas, o escritório Morais, Castilho e Brindeiro Sociedade de Advogados recebeu o montante em cinco parcelas, a maior delas de R$ 76 mil. "Não é possível que um membro do MPF advogue para uma quadrilha criminosa enquanto homens da Polícia Federal se arriscam investigando os acusados", criticou Taques.

O senador, que trocou o MPF pelo parlamento, explicou que juristas ingressos na procuradoria antes de 1988 têm o direito de advogar, pois a limitação passou a constar apenas na nova Constituição. O parlamentar, no entanto, questiona o suposto conflito na prestação de serviços do escritório do subprocurador à quadrilha de Cachoeira. Ontem, Taques apresentou requerimento de informações à CPMI que investiga o contraventor para que o colegiado apure as circunstâncias dos repasses do contador de Cachoeira ao subprocurador.

Brindeiro foi procurador-geral da República durante o governo Fernando Henrique Cardoso, de 1995 a 2003. Criticado por não dar sequência a investigações de grande repercussão, ganhou o apelido de "engavetador-geral da República".

Ação no CNMP

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