Tulsi Gabbard, até há pouco a principal responsável pelos serviços secretos do EUA, denunciou publicamente a existência de uma larga rede de laboratórios biológicos dirigidos e financiados pelos EUA. Mais de 40 na Ucrânia. A Rússia já alertara há mais de 4 anos para a sua existência, mas os responsáveis políticos ocidentais e os media ao seu serviço (com destaque para a BBC) quiseram desacreditar essa informação, que acusaram de propaganda. Agora uma alta responsável dos EUA desmascara-os. E desmascara a sistemática violação pelos EUA da Convenção de 1975 sobre Guerra Biológica, um crime de consequências inimagináveis, algumas das quais já se terão possivelmente verificado.
A mais alta responsável dos serviços secretos americanos, Tulsi Gabbard, revelou que o Pentágono e outras agências federais têm vindo a apoiar mais de 40 laboratórios na Ucrânia envolvidos na produção de agentes patogénicos e doenças perigosas.
Isto é exactamente o que a Rússia revelou há mais de quatro anos, quando lançou a sua operação militar especial na Ucrânia para enfrentar o regime apoiado pela NATO. No entanto, na altura, o governo dos EUA e os meios de comunicação ocidentais rejeitaram as alegações da Rússia como propaganda para «justificar a sua invasão» da Ucrânia.







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