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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Defensores do Soldado " Wikileaks" Bradley Manning, interpelam Barack Obama, em San Francisco !



Um grupo de defensores do soldado norte-americano Bradley Manning, detido como suspeito por ter repassado documentos secretos ao Wikileaks, interromperam um ato do Presidente Obama para reinvindicar sua libertação. Um pequeno grupo de manifestantes tomou parte do processo onde Obama estava tentando angariar fundos para a sua candidatura no próximo ano.
Uma mulher entre o público se levantou e disse ao presidente que eles haviam preparado uma canção. Alguns presentes então iniciaram uma letra em que se pedia a libertação de Manning, ao mesmo tempo que a mulher que iniciou o protesto deixou a mostra de uma camiseta com estampa do rosto de Bradley, que continua preso, pedindo pela sua libertação. Tal matéria deu no Washington Post. Obama simplesmente ironizou porém não conseguiu disfarçar a profunda irritação que o manifesto lhe causara. Antes de sair disparou: " foi uma bonita canção"...
Manning de 23 anos foi transferido de uma pequena cela da prisão de Quantico, na Virgínia, para as instalações de Forte Leavenworth, no Kansas. Organizações ligadas aos Direitos Humanos haviam denunciado que o soldado permanecia em sua cela durante 23 horas do dia, era obrigado a dormir sem roupas e que tinha insônia, pois era interrompido frequentemente.

Observe bem os detalhes de ambas as fotos de Manning Antes, acima e Depois,abaixo Se alguém, porventura, tinha alguma dúvida do caráter e da ideologia que alimenta as ações de Obama- e não adianta dizer que ele tem coisas mais sérias para com que se preocupar- basta reportar novamente as circunstâncias que levaram Bradley a ser detido. Trata-se, isso sim, de formação humana e de algo que falta em muitos que têm o poder: respeito as adversidades e as diferenças! A tortura e suas sequelas crueis, não é exclusividade da extrema direita. Adam Smith, o pai do liberalismo deixou, ao que sugere, adeptos e renitentes seguidores de métodos de contravenção bem ortodoxos,e, quiçá, o mais grave: guiados pela mão do Estado,onde chefes de governo, no caso em tela, é um déspota disfarçado. É, Maquiavel ainda está vivo! (..) mas devagarinho ele vem e vai perdendo seus domínios. Como disse aquele atento observador: " Cuidado com os pasteis, meu caro, eles são fictícios, são adventícios! São uma massa inflável que não conseguem esconder a pobreza do seu recheio".

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