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sábado, 5 de abril de 2014

A arma mais poderosa é a mentira


Pedro Campos
«Sem precedente no país o incêndio de uma universidade: a Unefa. O incêndio da sua biblioteca traz uma imagem dantesca, desoladora. Fizeram-no em nome da ‘Venezuela decente’, da ‘sociedade civil’, dos ‘estudantes pacíficos’. O terror pretende subsistir na memória como uma tatuagem a fogo sobre a pele. Como disse o poeta alemão Henrique Heine: Ali onde se começam a queimar os livros, termina-se a queimar as pessoas.»

Earle Herrera, jornalista e professor universitário venezuelano

1. No estado Táchira, que junto com outros da fronteira está na mira para um movimento secessionista abertamente apoiado por um partido da direita, os guarimberos com o apoio de paramilitares colombianos alinhados com o narcotraficante Uribe, para além de já terem atuado contra 15 universidades, arrasaram completamente com o polo da Unefa – Universidade Nacional Experimental das Forças Armadas – a maior universidade do país, com mais de 240 mil alunos, que foi fundada em 1973 pelo democrata-cristão Rafael Caldera. Na Unefa a destruição foi total e ainda ninguém na oposição assumiu responsabilidade alguma ou, o que é pior, ninguém criticou este terrorismo a que nunca se atreveu Hitler. Faz lembrar aquilo de «quando ouço a palavra cultura, puxo da minha Browning» ou não?

2. O ecocídio deveria ser considerado um crime contra a humanidade. E este é outro dos crimes que carrega às costas a extrema-direita venezuelana. Em pouco mais de um mês de guarimbas (barricadas), destruíram mais de cinco mil árvores nos poucos municípios onde se concentraram as suas manifestações cinicamente classificadas como «pacíficas» pelos media venezuelanos e internacionais, que alinham com os interesses de Washington. Cortam-nas com a ajuda de motosserras, uns instrumentos muito queridos dos paramilitares de Álvaro Uribe que as utilizam também para assassinar militantes da esquerda, líderes sindicais e simples camponeses. Dentro de pouco sairão das prisões do país vizinhos 400 paramilitares. Sabendo que a sua reinserção na sociedade civil é muito difícil, onde é que eles irão parar?

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Venezuela: fascistas põem fogo no Ministério da Habitação e creche com 89 crianças

Polícia de Chacao – município governado pela oposição – parou o trânsito para vândalos invadirem a instituição pública com pedras, paus e coquetéis molotov

Leonardo Wexell Severo


A sede do Ministério da Habitação da Venezuela foi invadida e incendiada na última terça-feira (2) por cerca de 30 encapuzados, durante manifestação contra o governo do presidente Nicolás Maduro. Armados com pedras, paus e coquetéis molotov, os marginais atearam fogo no edifício onde trabalham 1.200 servidores e abriga uma creche com 89 crianças de seis meses a três anos, que tiveram de ser socorridas por bombeiros do Distrito Capital e pela Guarda Nacional Bolivariana. Ações como estas ceifaram, até o momento, 39 vidas no país e levaram o governo bolivariano a alertar para a prisão dos governantes que respaldarem os criminosos em seus municípios.


“Corremos perigo e o risco de morrer carbonizados, o que demonstra o nível de loucura e de fascismo a que chegaram estes grupos”, assinalou o ministro Ricardo Molina, que denunciará o ato de vandalismo ao Ministério Público. A Polícia de Chacao – município governado pela oposição, em que está localizado o ministério – em vez de impedir a ação, denunciou Molina, “deteve o tráfico e logo entraram um grupo de terroristas, atentaram contra a fachada do edifício e rebentaram os vidros”. O ministro também condenou a ausência do prefeito de Chacao, Ramón Muchacho, que foi chamado em várias oportunidades para atender a emergência, porém não respondeu.

Ações como estas já ceifaram dezenas de vidas no país
Conforme o ministro do Interior, Justiça e Paz, Miguel Rodríguez Torres, pelo menos 30 pessoas, entre elas um estrangeiro de origem libanesa, foram detidas em Chacao e no município de Baruta. Uma das manifestantes, Masiel Nataly Pacheco Miranda, portava três canos com pregos (usados como base para a fabricação de bombas caseiras), tonéis para combustível e até colete à prova de balas.

“Estes cidadãos tinham dentro do carro gases lacrimogêneos, visores noturnos, máscaras anti-gás, facas, uma arma Golck calibre 9 milímetros, entre outros apetrechos”, informou o ministro, ressaltando que o veículo possuía um compartimento para distribuir miguelitos (pequenos aparelhos metálicos para furar pneus) e tonéis de combustível, “uma modalidade terrorista que temos visto nos protestos”.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Jaua: Opositores são os mesmos fascistas do golpe de 2002.


AVN.- Los actos de violencia promovidos por la derecha en los últimos días evidencian que once años después del golpe de Estado de abril de 2002, el excandidato presidencial antichavista Henrique Capriles Radonski y la dirigencia opositora “son los mismos fascistas llenos de odio del 11 de abril”, manifestó este jueves el canciller de la República, Elías Jaua.

Durante un acto en homenaje a José Luis Ponce, asesinado el lunes, y Rosiris Reyes, quien falleció el miércoles tras los disparos que recibió ese día por grupos de choque de la extrema derecha, Jaua destacó que las ocho víctimas fatales de los hechos violentos de esta semana son la consecuencia del llamado que hizo “el candidato del odio a drenar la arrechera” por su derrota del domingo.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Assassinam chavistas e incendeiam sedes do PSUV


Diário liberdade- Hordas fascistas pró-Capriles assassinam a quatro chavistas e incendeiam sedes do PSUV, petrocasas e centros médicos.


Foto: Grupos de choque do fascismo opositor, apoiado pelo imperialismo norte-americano e europeu, ocupam ruas e atacam revolucionários e revolucionárias em diferentes cidades venezuelanas.

Informações preocupantes chegam da Venezuela, confirmando os planos denunciados pelo governo sobre a preparação do ambiente que favoreça um golpe fascista contra a institucionalidade revolucionária.

O apelo do líder direitista Capriles Radonski para que a base social de apoio à burguesia ocupe as ruas do país foi seguido de atuações de grupos fascistas que incendiaram vários Centros de Diagnóstico Integral (CDI), sedes do Partido Socialista Unido de Venezuela PSUV, Petrocasas, moradas de militantes do PSUV, entre outros atos vandálicos.

A sede de TeleSur foi rodeada também por grupos de fascistas, que ameaçaram os trabalhadores e trabalhadoras.

Além desses ataques, ao menos quatro pessoas morreram assassinadas em ações dos grupos de fascistas que tentam tomar conta das ruas de diferentes cidades.

Assim, em Táchira, resultou assassinado o ativista chavista Henry Rangel Aroza, segundo revelou o governador Vielma Moura.

Em Miranda, estado governado pelo próprio Capriles, hordas opositoras assassinaram o chavista Luis Ponce.

Na Limonera, município Baruta, outro militante revolucionário faleceu como resultado de ataques perpetrados por hordas pró-Capriles.

Em Palo Verde, ao este de Caracas, foi incendiado outro centro médico (CDI).

Nos setores Oropeza e Trapichito de Guarenas, opositores atacaram um CDI e os médicos cubanos que fazem serviço internacionalista na região.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Chávez e a derrota dos barões da imprensa.


A pergunta não pode ser outra: por que os jornalões brasileiros, se excedendo em face dos jornalões norte-americanos (suas matrizes ideológicas) mentem tanto com relação à Venezuela e ao chavismo?


                                              Na guerra, a primeira vítima é a verdade. ( Ésquilo )                                                                                                                                                                                                                                                                                 Roberto Amaral*
 A pergunta não pode ser outra: por que os jornalões brasileiros, se excedendo em face dos jornalões norte-americanos (suas matrizes ideológicas) mentem tanto com relação à Venezuela e ao chavismo? Se essa campanha de permanente e sistemática desinformação, pelo que não diz, mas principalmente pela infâmia e a calúnia quando fala, não atende aos interesses estratégicos e comerciais brasileiros, isto é, do empresariado brasileiro, a serviço de quem está nossa grande imprensa?

Cegos pelas suas paixões ideológicas, sua ideologia de classe, nosso baronato da imprensa monopolizada tem, sistematicamente, deixado de fazer aquilo que diz ser o objetivo de seus veículos: informar. Chávez, Judas a ser malhado permanentemente, é um dos temas que dão maior relevo ao fenômeno, no qual tudo vira editorial, e esvanece a investigação jornalística, sem contraditório. Esse trabalho sempiterno de manipulação da verdade, embora fuja mais ao controle nesses tempos de aldeia global conectada, tem sido efetivo na formação de uma classe média, como todos  sabemos, ignorantíssima e reacionaríssima.

É irrelevante para nossos murdochs subdesenvolvidos (o país cresce, agora é ‘emergente’, mas eles, os barões da indústria mediática, continuam medíocres, subdesenvolvidos, no sentido mais pejorativo da palavra) que  o processo político venezuelano dos últimos 16 anos se tenha transcorrido mediante  seguidas eleições, ou seja, mediante o pronunciamento livre da soberania popular, eleições jamais acusadas dos vícios e das fraudes que permeiam, por exemplo, as eleições norte-americanas, de que é exemplo notável, indiscutível, a primeira eleição do Bush filho. Porque a norte-americana é uma democracia representativa de eleições indiretas, controladas ostensivamente pelo poder econômico, campeãs em abstenção, ou seja, desapartadas do povo.  Aliás desde a farsa das primárias (alguém na face da Terra tinha dúvida de que Mitt Romney seria o candidato dos republicanos e Obama, o dos democratas?) o primeiro round dessas eleições é decidido na captação de recursos dos grandes conglomerados econômicos, dos quais a Casa Branca, por óbvio, se torna devedora/servidora, como bem demonstra a generosidade de Obama para com os banqueiros pegos em fraude.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Venezuela: A opção golpista da oposição


Caracas-  Faltando menos de sete meses para as eleições presidenciais do dia 7 de outubro, o palco político venezuelano está marcado pelo impressionante e crescente apoio das grandes maiorias populares ao presidente Hugo Chávez.

  Os resultados de todas as pesquisas realizadas nos últimos seis meses outorgam ao atual mandatário e candidato à reeleição uma cômoda vantagem nessas eleições, que deve crescer ou pelo menos manter-se na medida em que a população menos favorecida, que é a maioria, adquira mais consciência das vantagens de um projeto político concebido para melhorar suas condições de vida.

 Em fevereiro passado, as organizações políticas opositoras elegeram em eleições internas como candidato único para enfrentar Chávez a Henrique Capriles Radonski, um genuíno representante de poderosos grupos econômicos nacionais estreitamente vinculados a multinacionais estrangeiras.

 A eleição de Capriles Radonski evidencia que a oligarquia venezuelana decidiu tomar diretamente em suas mãos a direção da campanha eleitoral para voltar ao governo, deixando de lado intermediários tradicionais que compartilharam a condução do Estado durante décadas, como os partidos Ação Democrática e Copei, segundo critério de numerosos analistas.

 Ainda que a campanha eleitoral só comece oficialmente em agosto, desde muito cedo a oposição começou a promover seu candidato, mas, sobretudo, a realizar ações dirigidas a criar intranquilidade e temor na população, como parte de uma muito orquestada estratégia de instabilidade na qual os meios de difusão privados desempenham um papel de primeira ordem.

 Detrás aparece ocasionalmente de maneira pública a mão de Washington - que não esconde sua aversão pelo governo de Chávez - intermediada por especialistas da subversão como Róger Noriega, entre outros.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Chávez: La burguesía sólo reconoce los resultados cuando les favorecen

O desespero  invade, de forma nítida, os opositores da Revolução Bolivariana.  O medo da reeleição de  Chávez e da ampliação do Socialismo como modelo econômico político e social, onde os meios de produção tendem  a passar ao controle social, aterroriza aqueles que sempre dependeram do parasitismo e da exploração  dos seus iguais.

É, isso é verdade.    No próximo  07 de outubro será dado mais um passo certeiro e irretrocedível  a favor dos fracos e oprimidos  e,  quiçá aquilo que  seja o  mais espetacular,  contrário  aos interesses  dos EUA, da burguesia  parasitária  e entreguista  e de todos os seus  asseclas e lacaios de plantão.

Hugo Chávez  e o povo venezuelano sabem bem o que significou  a tentativa de golpe de 2002. A direita criminosa e seus patrocinadores externos  farão de tudo para tentar alterar a rota escolhida  pelo comandante e pela maioria dos que compõem o tecido social deste promissor país de nossa tão sofrida  América Latina. 

  Quem quiser rever esse excelente documentário poderá  fazê-lo no link   http://youtu.be/aQu8ic0WRXo.     As eleições desse ano, indubitavelmente, prometem bons resultados.     A burguesia e os EUA que aguardem. 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Presidente Chávez advierte a la derecha que trate de ganar las elecciones por la vía del voto.

crédito: Panorama-

Caracas, 11 Ago. AVN .- El presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Hugo Chávez, advirtió a la derecha que trate de ganar las elecciones presidenciales de 2012 por la vía del voto y no con sabotaje y guarimbas.

Desde La Habana, Cuba, donde se encuentra cumpliendo la segunda sesión de quimioterapia, el Jefe de Estado venezolano expresó que "les advierto a los desesperados de la llamada MUS (Mesa de los United States) que ni se les ocurra (sabotear), porque la respuesta sería demoledora. No voy a ser el Chávez del crucifijo, traten de ganar las elecciones para que cojan nocaut”.

La declaración del Jefe de Estado obedeció a las guarimbas que este jueves los transportistas realizaron en las entidades gobernadas por la derecha, es decir Lara, Carabobo, Zulia, Miranda y Táchira.

Durante un contacto telefónico con la ministra de la Salud, Eugenia Sader, quien inauguraba un centro de alta tecnología
en la Avenida Andrés Bello de Caracas, el Mandatario venezolano destacó la inversión social que hace su gobierno al contrario de lo que está pasando en Estados Unidos, donde se está recortando el aporte social.

“En Estados Unidos han recortado casi 2 millones de dólares de los gastos sociales, pero no quieren recortar el gasto militar. En cambio, en Venezuela se incrementa el aporte de la Revolución a la inversión social”, dijo.

El Presidente también llamó al pueblo a la unión y al trabajo, “criticando al Gobierno, pero apoyando a la Revolución”.

“Unión para defender la Revolución de los ataques del imperio y de los lacayos de Venezuela, de esa oposición contrarrevolucionaria que ya anda conspirando, porque ve las encuestas. Vamos por los 12 millones de voto y Chávez será el presidente”, puntualizó.

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