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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

LATUFF É MEU AMIGO, MEXEU COM ELE, MEXEU COMIGO!


Lamentavelmente esse é quase sempre o desfecho para  todos que tentam desmascarar   o status quo.  Não serão, todavia, invectivas e assassinatos que impedirão a liberdade de expressão e a  proclamação da verdade.  Na  história do  homem moderno há incontáveis  momentos  em que os poderosos, ao se lançarem ávidos na perpetuação de seus feitos, quase sempre  pérfidos, destruidores e  de profundo desrespeito as causas humanas, provocam  gigantes  frustrações no comportamento e natureza da raça humana.

Quando alguém disse que  aqueles que tremem de indignidade diante de uma injustiça é um revolucionário, este foi apenas verdadeiro e humano.  É, isso  ocorre.  Ainda bem que existem  muitos  que não têm  receios e nem  rodeios  sobre aquilo que acreditam; E o que é melhor  fazem e conquistam seguidores.     Viva  Latuff!!!


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(Ivan Pinheiro)

Carlos Latuff está entre aqueles que lutam contra a opressão do capital e por uma sociedade justa e fraterna. Antes de tudo, é um humanista, internacionalista e revolucionário, que sofre as dores dos oprimidos, seja onde for.

Militante corajoso, independente, coloca sua arte, sempre inteligente e radical (no bom sentido da palavra), a serviço da esquerda de todo o mundo e da humanidade. Uma charge de Latuff vale mais que muitos manifestos, fala por si, emociona.

Mais uma vez, Latuff está ameaçado de morte.

Justamente indignado com a violência policial, fez, em suas próprias palavras, uma “provocação” em torno do assassinato de um casal de PMs paulistas.

Por mais que a emoção o tenha levado a exagerar o tom da “provocação”, temos a obrigação política e moral, os revolucionários e progressistas, de lhe prestar solidariedade e blindá-lo diante das ameaças de que tem sido vítima, por parte de fascistas que tentam se aproveitar de um momento de compreensível destempero verbal do nosso Latuff.

É bom que saibam os que o ameaçam do carinho que lhe devotam um incalculável número de pessoas e organizações políticas e sociais no mundo todo.

E que depois do “Cadê o Amarildo?”, os matadores, com ou sem farda, de carreira ou de aluguel, vão ter que pensar muito antes de assassinar covardemente um ser humano, seja ele um pedreiro ou um artista. Não mais os deixaremos em paz, a cada covardia.

Com nossa solidariedade, sabemos onde estará por muitos anos o jovem Latuff: numa prancheta, com sua pena implacável contra as opressões e em nossas manifestações contra elas, com a alegria dos que lutam por uma sociedade onde todos nos possamos chamar de companheiros.

* Ivan Pinheiro é militante comunista (PCB-RJ)

fonte: site PCB


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