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terça-feira, 24 de junho de 2014

MAB e movimentos sociais protestam em Curitiba contra aumento na conta de luz

Brasil de Fato- Manifestantes pedem à COPEL e ao governador o cancelamento imediato do aumento de 33,5% nas contas de luz da população paranaense. Movimentos também cobram reparação dos prejuízos das enchentes causadas pela abertura das comportas da Hidrelétrica de Salto Caxias

Do MAB

Nesta terça-feira (24), aproximadamente 300 pessoas protestam em Curitiba (PR) contra o reajuste de 33,5% nas tarifas de energia elétrica para 4,1 milhões de consumidores, distribuídos em 395 municípios paranaenses.

O aumento nas contas de luz foi autorizado no início desta manhã pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), como resposta ao requerimento feito a cerca de um mês pela COPEL (Companhia Paranaense de Energia).

O protesto se concentra em frente à COPEL, onde uma comitiva dos movimentos se reúne com representantes da estatal para cobrar o cancelamento imediato dos aumentos nas tarifas. “Esse aumento é uma medida política, que tem como responsável o governo estadual do PSDB que controla a COPEL. Não aceitamos pagar uma das tarifas de energia mais caras do mundo”, afirmou Robson Formica, coordenador do MAB.

O MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), movimentos sociais e sindicais, e cooperativas também cobram medidas emergenciais da COPEL para reparar os danos causados com a abertura das comportas da Usina Hidrelétrica de Salto Caxias, que causou o alagamento de milhares de casas no sudoeste do Paraná.

Política de reajustes

Cada uma das 64 distribuidoras de energia elétrica espalhadas pelo Brasil possui um calendário anual para aumentar a sua conta de luz, chamado de “Reajuste Tarifário Anual”. Neste ano, a data de reajuste para a “COPEL Distribuidora” aconteceu no dia 24 de junho.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Tucanos investiram R$ 208 milhões a menos no metrô.


Neste momento em que todos ainda vivemos o rescaldo do primeiro grande acidente entre dois trens na história de 36 anos do metrô de São Paulo - que levou 103 pessoas a buscarem atendimento em hospitais e postos da região - não há como não fazer uma triste constatação: os tucanos deixaram de investir nada menos que R$ 208 milhões na manutenção, ampliação e modernização enfim, do metrô só no ano passado.

Os números foram levantados pela assessoria técnico-econômica da bancada do PT na Assembleia Legislativa, com base numa comparação entre o balanço do Metrô e o Orçamento do Estado, que inclui os investimentos nas empresas públicas e/ou mistas.

O levantamento aponta que estes R$ 208 milhões representam 31% do orçado inicialmente para investimento no Metrô paulistano em 2011. Só na Linha 3 – Vermelha, onde ocorreu o acidente nesta 4ª feira (ontem) o governo tucano de Geraldo Alckmin deixou de investir mais de R$ 65 milhões, o equivalente a 25% do programado no orçamento para o sistema metroviário.

Dos R$ 4,5 bi orçados para 2011, só R$ 1,16 bi foi executado

Conforme balanço feito na liderança da bancada na Assembleia, se forem levados em consideração os investimentos na rede atual e os relativos a obras de ampliação, o resultado é ainda mais assustador: dos R$ 4,5 bi orçados para 2011, só foi executado R$ 1,16 bi, ou seja, houve um corte de quase 74%.

De 1999 a 2011 deixaram de ser investidos R$ 10,3 bi no Metrô de São Paulo, suficientes para ampliar sua rede em 25,8 km (preços do próprio metrô estabelecem um custo de R$ 400 milhões/km do sistema).

O estudo indica, ainda, ser absolutamente improcedente a informação - passada em nota oficial à Folha de S.Paulo pela Secretaria de Transportes do Estado -, segundo a qual não há repasses do governo federal para investimentos no metrô da capital paulista.

Governos Lula e Dilma investiram muito mais no metrô paulistano

sábado, 31 de março de 2012

Venha se manifestar contra a privataria da rádio e TV Cultura!

Charge de Maringoni
Ato acontece no dia 3 de abril, terça-feira, no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo
As rádios e a TV Cultura de São Paulo se consolidaram historicamente como uma alternativa aos meios de comunicação privados. As rádios AM e FM ficaram conhecidas pela excelente programação de música popular brasileira e de música clássica. A televisão criou alguns dos principais programas de debates de temas nacionais, como o Roda Viva e o Opinião Nacional, e constituiu núcleos de referência na produção de programas infantis e na de musicais, como o Ensaio e o Viola, Minha Viola. As emissoras tornaram-se, apesar dos percalços, um patrimônio da população paulista.

 Contudo, nos últimos anos, a TV e as rádios Cultura estão passando por um processo de desmonte e privatização, com a degradação de seu caráter público. Esse e outros fatos se destacam:
 mais de mil demissões, entre contratados e prestadores de serviço (PJs);
 extinção de programas (Zoom, Grandes Momentos do Esporte, Vitrine, Cultura Retrô, Login) e tentativa de extinção do Manos e Minas;
 demissão da equipe do Entrelinhas e extinção do programa, sem garantias de que ele seja quadro fixo do Metrópolis;
 aniquilação das equipes da Rádio Cultura e estrangulamento da equipe de jornalismo;
 enfraquecimento da produção própria de conteúdo, inclusive dos infantis;
 entrega, sem critérios públicos, de horários na programação para meios de comunicação privados, como a Folha de S.Paulo;
 cancelamento de contratos de prestação de serviços (TV Justiça, Assembleia e outros);
 doação da pinacoteca e biblioteca;
 sucateamento da cenografia, da marcenaria, de maquinaria e efeitos, além do setor de transportes.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Alckmin cortou R$ 3,5 bilhões em investimentos



Alckmin corta mais de R$ 3,5 bilhões dos investimentos em 2011

 Relatório de execução do Orçamento estadual, entre janeiro e outubro de 2011 comparado ao mesmo período de 2010, aponta que o governo Alckmin reduziu em 54,9% os investimentos*, ou seja, R$ 3,56 bilhões. Os investimentos significam, basicamente, obras e compra de equipamentos.

 Dos 32 órgãos estaduais listados, apenas cinco tiveram crescimento positivo, sendo que as secretarias com ações de grande impacto, como Saúde, Educação, Segurança Pública e Transportes Metropolitanos sofreram cortes acima dos 40%.

 Na secretaria da Educação, o corte nos investimentos é de 77,5% (R$ 96 milhões). Na Segurança Pública, a queda é de 62,6 (R$ 121 milhões) e na Saúde 47,5% (R$ 186 milhões).

Freio nos Transportes

 Apesar do governador Alckmin alardear que a área transportes seja uma das suas prioridades, ele pisou o freio nos investimentos para o setor.

 Para a secretaria dos Transportes Metropolitanos, relacionada diretamente com os investimentos para a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), o corte é da ordem de R$ 413 milhões (- 43,6%) e para a secretaria de Logística e Transportes, que trata da recuperação das rodovias, por exemplo, o governo tucano deixou de investir mais de R$ 2,1 bilhão (-58,9%).

Descaso com área social

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A lista de quem assinou a CPI



Finalmente  a CPI sobre a PRIVATARIA TUCANA, ao que tudo indica, iniciará  brevemente.  As informações  vieram do site do deputado Brizola Neto.   Vamos ver como a “mídia cheirosa”, se comportará a partir de agora.
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Não há como retirar assinatura: CPI tem número regimental para ser instalada. Depois de verificadas as assinaturas que não conferiam e as em duplicata, 185 deputados, 14 a mais que o necessário, assinaram o pedido de CPI da Privataria feito pelo Deputado Protógenes Queiroz.

Eis a lista completa, retirada do documento oficial da mesa da Câmara. 


Licença Creative Commons
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