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domingo, 6 de outubro de 2013

Ruralista: você não nos alimenta e não nos representa!


Vídeo que explica o círculo vicioso do lucro ruralista, que gera pouco emprego, não nos alimenta e ainda escraviza pessoas e animais.





#baixaabolaruralista

O papel dos latifundiários ou ruralistas na situação de atraso e desigualdade no campo brasileiro, explicado em 7 minutos.


fonte:Diario Liberdade


sábado, 27 de julho de 2013

Novo Código Florestal diz a que veio, e desmatamento volta a explodir na Amazônia


Com a aprovação do novo Código Florestal, as consequências para o meio ambiente não tardaram a acontecer. A nova regulação apoiada pela bancada ruralista que, entre outras demandas do agronegócio anistiou desmatadores, abriu definitivamente a brecha para que a corrida pela devastação recomeçasse a todo vapor e um novo ciclo de desmatamento se iniciasse na Amazônia Legal.
 
Segundo o Instituto Imazon, que acompanha a perda florestal com base nas imagens de satélite SAD, entre agosto de 2012 e maio de 2013 foram desmatados 1.654 quilômetros quadrados, 89% acima do período anterior.
 
 Pesquisa do Imazon indicou que a anistia a proprietários rurais que desmataram antes de 2008, aliada à pressão demográfica causada por grandes obras de infraestrutura e a negociações para reduzir o tamanho de unidades de conservação, teria criado um clima propício ao desmatamento na região.
 
 Em junho deste ano foi desmatada uma área de 184 quilômetros quadrados, 437% a mais do que em junho de 2012. De agosto de 2012, véspera da votação do Código Florestal, até junho, foram derrubados 1.855 quilômetros de florestas, mais que o dobro em relação aos 1.106 quilômetros quadrados desmatados entre agosto de 2011 a julho de 2012.
 
 Para Adalberto Veríssimo, pesquisador do Imazon, o Código Florestal emitiu uma sinalização ruim, de perdão a desmatamentos consumados, e tanto o Congresso Nacional quanto o governo Dilma emitem sinais de afrouxamento das regras. “O risco é perder de novo o controle sobre o desmatamento na Amazônia, que estava em queda”, afirmou Veríssimo ao jornal O Globo.
 
 O desmatamento dos últimos onze meses de monitoramento do Imazon é o maior desde o período 2007/2008, quando foram desmatados 1.758 quilômetros quadrados. Nele, está incluído o chamado corte raso, quando toda a floresta é posta abaixo para dar lugar a pastos ou ocupações. A degradação florestal, fruto de queimadas e cortes seletivos de árvores de maior valor comercial, direcionados a madeireiras, atingiu 1.462 km².
 
 De acordo com o pesquisador do Imazon, o que está em jogo é o avanço da indústria de grilagem sobre uma área estimada em 25% da Amazônia Legal, ou 1,250 milhão de km² de terras de ocupação não consolidada, habitadas por comunidades tradicionais.

sábado, 15 de junho de 2013

Paulo Vannuchi: Gleisi está 'alinhada' com fazendeiros


Para Vannuchi, da Comissão de Direitos Humanos da OEA, governo está dividido na questão indígena.

Em fala a emissora ligada à CUT, Vannuchi coloca em dúvida compromisso de Dilma com 'os mais pobres'.

SÃO PAULO- RD- O ex-ministro da Secretaria de Direitos Humanos no governo Lula, Paulo Vannuchi, disse ontem que a equipe da presidente Dilma Rousseff está dividida na questão indígena e que a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, está "visivelmente" alinhada com os fazendeiros.

Recém-eleito para compor a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos), Vannuchi afirmou ainda que Gleisi deu declarações "praticamente exigindo a demissão da presidente da Funai, Marta Azevedo, [...] um problema porque se costuma manter respeito às diferentes áreas de atribuição [dentro do governo]".

A Funai é vinculada ao Ministério da Justiça, cujo titular é o ministro José Eduardo Cardozo. No último dia 7, Azevedo pediu demissão alegando problemas de saúde. Sua saída ocorreu uma semana após a morte do terena Oziel Gabriel em Sidrolândia (MS).

As declarações de Vannuchi em meio às discussões no governo acerca de novo modelo de demarcação de terras indígenas foram veiculadas pela "Rádio Brasil Atual", emissora ligada à CUT (Central Única dos Trabalhadores).

"Visivelmente, a ministra-chefe da Casa Civil [Gleisi Hoffmann], com seu poder de coordenação interministerial, tem se alinhado sistematicamente com o ponto de vista dos fazendeiros", disse ele.
"Ela (Gleisi) é do Paraná, região onde essa agricultura, a agroindústria, é muito desenvolvida, os fazendeiros são muito fortes. Ela é provável candidata a governadora do Paraná no ano que vem."

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