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terça-feira, 29 de abril de 2014

Agressão imperialista à Síria - Damasco acusa EUA


Avante- A Síria diz ter provas do envolvimento dos EUA e da Turquia nos ataques químicos que lhe são atribuídos. A acusação foi feita em paralelo ao anúncio de que a destruição do arsenal químico sírio está praticamente concluída.

«A campanha de difusão do uso de substâncias tóxicas em diferentes partes da Síria para acusar o governo é uma tentativa de desviar a atenção para as informações que detemos sobre a participação de uma série de países, encabeçados pelos EUA e a Turquia, em ataques químicos nas províncias de Aleppo, Damasco e noutros lugares», afirmou o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros sírio.

Faisal al-Miqdad não adiantou detalhes sobre as provas que Damasco diz possuir, mas a denúncia do envolvimento dos EUA, reiterada numerosas vezes desde o início deste mês, incluindo nas Nações Unidas, e coincidente com dados apurados por jornalistas de investigação norte-americanos, é secundada pela Rússia. Na sexta-feira, 25, Sergei Lavrov qualificou de falsidades a atribuição ao governo sírio da responsabilidade sobre os ataques químicos, o último dos quais ocorreu a a 12 de Abril na localidade de Kfar Zeita.

sábado, 21 de setembro de 2013

‘Enquanto a Síria se suicida, Israel e EUA desfrutam do espetáculo’


por Frank Barat 

Em entrevista exclusiva para o portal britânico Cessar Fogo (Ceasefire), o renomado intelectual Noam Chomsky falou com Frank Barat sobre a situação atual no Oriente Médio, em particular a crise da Síria, as negociações de paz entre Israel e os palestinos e o papel do poder dos EUA na região. “Se os EUA e Israel quisessem ajudar os rebeldes – não o fazem – poderiam fazê-lo sem intervenção militar”.

Leia a entrevista completa:

Qual é a definição das negociações entre Israel e Estados Unidos e porque a Autoridade Palestina (AP) continua se prestando a isso?

Do ponto de vista dos EUA, as negociações são, com efeito, um caminho para Israel continuar sua política de tomar sistematicamente tudo o que quiser ma Cisjordânia, mantendo o assédio brutal de Gaza, separando Gaza da Cisjordânia e, claro, ocupando os Altos do Golã sírio, tudo com pleno apoio dos EUA. E o marco das negociações, igualmente aos últimos 20 anos de experiência de Oslo, simplesmente proporcionou o encobrimento desta situação.

  
Em sua opinião, por que a Autoridade Palestina continua jogando esse jogo?
  
Provavelmente, em parte, por desespero. Podemos nos perguntar se é a decisão correta, mas ela não tem muitas alternativas.

Definitivamente, a AP aceita esse marco apenas pra sobreviver?
  
Se ela se nega a negociar, tal como propõem os Estados Unidos, sua base de apoio se derrubaria. A AP sobrevive essencialmente à base de doações. Israel se assegurou de que não tenha uma economia produtiva. É uma espécie do que em Iídiche se chamaria “Sociedade Schnorrer”: pede emprestado e vive do que puder conseguir.

Se a AP tem outra alternativa, não está claro, mas se rejeitar a exigência dos EUA de acudir às negociações em condições totalmente inaceitáveis, sua base de apoio iria se erodir. E não tem apoio – externo – suficiente para que a elite palestina possa viver de maneira bastante decente – por tabela pródiga – em seu estilo de vida, enquanto a sociedade que a rodeia cai aos pedaços.

Desse modo, seria negativa a queda e desaparição da AP, depois disso tudo?

Depende do que vier a substituí-la. Se fosse permitido a Marwan Barghouti, por exemplo, se unir à sociedade da forma como fez, por exemplo, Nelson Mandela, poderia ter um efeito dinamizador na organização de uma sociedade palestina, que poderia pressionar por demandas mais importantes. Mas lembre-se que eles não têm muitas opções.
  
De fato, se nos remetemos ao princípio dos Acordos de Oslo, há 20 anos, havia negociações em curso, as negociações de Madrid, nas quais a delegação palestina estava encabeçada por Haider Abdel-Shafi, uma figura muito respeitada da esquerda nacionalista palestina. Abdel-Shafi se negava a aceitar os termos dos EUA e Israel, que lhes permitiam fundamentalmente a continuidade da expansão dos assentamentos. Negou-se, e as negociações estancaram sem chegar a lugar algum.


domingo, 8 de setembro de 2013

Ex-refém de rebeldes sírios: “Orquestraram o ataque e esperam bombardeiros da OTAN”


Desacato- A jornalista ucraniana Anhar Kóchneva, sequestrada durante cinco meses pelos rebeldes sírios, sustenta que o ataque químico perto de Damasco foi organizado pelos insurgentes para conseguir apoio estrangeiro.

A região onde reside a jornalista fica a poucos quilômetros de Guta oriental, o subúrbio de Damasco onde supostamente aconteceu um ataque com armas químicas, do qual a oposição acusa às forças governamentais.

O dia do suposto ataque “o vento soprava em nossa direção a uma velocidade de aproximadamente uns 20 metros por segundo”, conta Kóchneva no seu blog, publicado na web da emissora russa EjoMoskvi.

“Agora, imaginem o que teria acontecido se uma nuvem tóxica tivesse coberto a cidade”, assinala a jornalista, explicando que os residentes do seu bairro com certeza o teriam sentido, do mesmo jeito que sentem o cheiro de queimado desde os lugares próximos de combate. Mataram, o gravaram, o subiram na internet e sentaram para esperar os bombardeiros da OTAN.

sábado, 18 de maio de 2013

Obama e Erdogan: "Assad deve renunciar".



O presidente dos EUA, Barack Obama  se reuniu, quinta-feira, com o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan. Ambos discutiram a  crise síria.

Os dois líderes disseram que "acordaram" que o presidente sírio, Bashar al-Assad "deve" renunciar.


Obama e Erdogan   reuniram-se em Washington para discutir os esforços, que se  desenvolvem  internacionalmente,  para que o governo e a oposição  da Síria se reúnam  numa conferência internacional no próximo mês.

"Nós concordamos que Assad deve sair.  Ele tem que transferir o poder para uma espécie  órgão de transição ", observou o presidente dos EUA  Obama depois de se reunir com o representante turco  Recep Tayyip Erdogan.

Por sua parte , Erdogan disse que  o governo turco divide com os EUA o “mesmo ponto de vista”  sobre essa questão .  Ele ainda  acrescentou que houve um "acordo total" sobre a necessidade de "acabar com o derramamento de sangue e estabelecer um novo governo."

Entretanto,  a Turquia continua a ser a principal base de apoio aos grupos terroristas sírios e estrangeiros que operam no país árabe.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Síria exige posição do Conselho de Segurança da ONU



Damasco, SANA
O Ministério das Relações Exteriores enviou duas cartas idênticas ao Presidente do Conselho de Segurança e ao Secretário-Geral da ONU, em que afirma que,  as 1:40, horário de Damasco, na manhã do domingo , 05/05/2013, aviões israelenses levaram a cabo uma agressão aérea com mísseis desde os  territórios ocupados e o sul do Líbano, contra três posições pertencentes às Forças Armadas da República Árabe da Síria, localizada a nordeste de Jemraya, Maysaloon e um  aeroporto para aeroplano em  Dimas, Damasco . O documento enfatiza que a agressão israelense resultou na morte de muitos mártires e feridos entre os cidadãos sírios, bem como um enorme estrago nos locais e áreas civis próximas.

O chanceler  acrescentou que esta flagrante agressão israelense contra sites pertencentes a forças armadas da Síria confirma a coordenação entre Israel, os grupos terroristas e os  takfiríes pertencente à "Frente al-Nosra", um dos braços da al-Qaeda, com o objetivo de fornecer apoio militar direto aos grupos terroristas, após o fracasso de suas tentativas de alcançar controle sobre o terreno. Ninguém duvida de que Israel é  beneficiário, promotor e executor, em muitos casos, de atos terroristas dirigidos contra o Estado e o povo da Síria, sejam estes de  forma direta ou por meio de suas ferramentas internas.

O Ministério das Relações Exteriores expressou que a República Árabe Síria  confirma, neste contexto, a nulidade das alegações recentemente lançados por Israel para justificar seus atos agressivos, sob o pretexto de reprimir o  transporte de armas  para além da fronteira com a Síria.

O documento oficial do governo sírio declarou  que a continuação de atos agressivos por Israel podem aumentar a tensão na região e arrastar a todos a uma guerra regional em larga escala que poderia ameaçar a paz e a segurança na região e no mundo.

"O Governo da República Árabe da Síria considera que as declarações dos EUA que precederam e seguiram aos ataques mencionados encorajam Israel a realização dessas agressão e proporcionam cobertura política para a violação da soberania da Síria em uma clara violação da Carta das Nações Unidas e das normas do direito internacional ", disse o Ministério das Relações Exteriores.

O Ministério das Relações Exteriores acrescentou que a República Árabe da Síria, ao mesmo tempo que confirmar seu direito de defender seu território e soberania, solicita ao Conselho de Segurança que arque com suas responsabilidades em deter a agressão israelense contra a Síria, evitando a deterioração da situação na região e a total  perda do controle.


domingo, 5 de maio de 2013


Os dois aviões que bombardeou a Síria no sábado teriam sido abatido pela bateria anti-aérea. (Foto: RT)

A defesa aérea da Síria derrubou um avião israelense, na fronteira com o Líbano, que perpetrou,  minutos antes, o ataque com mísseis ao norte da capital, nas primeiras horas da manhã.

O correspondente da Telesur  na Síria, Hisham Wannous, informou que de acordo com informações extra-oficiais ", foi abatido um avião israelense e os pilotos foram capturados"

Wannous, acrescentou  que "se a Síria iniciar uma resposta militarmente contra Israel, isso poderia levar a uma guerra em que os Estados Unidos estariam envolvidos" , obviamente na defesa de Israel.

Acrescentou ainda que embora o Governo da Síria não tenha se  pronunciado, é esperado que o país exija uma "condenação urgente" ao Conselho de Segurança da ONU e a comunidade internacional contra os atos que ameaçam a soberania do país.

Segundo publicou a Prensa Latina em seu site na Internet, o canal de televisão libanês Al-Manar dá conta da derrubada de um caça de Tel Aviv, com mísseis terra-ar da defesas aéreas sírias na área de fronteira.

Eles acrescentaram que o alto comando do Exército Árabe da Síria irá emitir uma declaração sobre o assunto em breve.

 Fonte: site blog Somos todos Palestinos e Telesur - PL / FC

Israel bombardeia Damasco; Rússia reage e envia navio para a Síria


Pouco antes das duas da madrugada deste domingo (5), aviões israelenses invadiram o espaço aéreo sírio e atiraram cerca de 12 mísseis a 20 quilômetros do centro de Damasco

Baby Siqueira Abrão- O ataque de Israel à Síria na sexta-feira à noite parece ter sido somente o prólogo de um bombardeio de grandes proporções em Damasco, a capital do país árabe. Pouco antes das duas da madrugada deste domingo, 5 de maio, aviões israelenses invadiram o espaço aéreo sírio e atiraram cerca de 12 mísseis perto do monte Qasioun (veja aqui http://youtu.be/f_j8ID-m1pU e aqui http://youtu.be/e84pVGsP6YU), a menos de 20 quilômetros do centro de Damasco e onde se localiza o centro de pesquisa científico-militar de Jamraya.

O ataque, segundo uma fonte dos serviços de inteligência ocidentais ouvida pela agência de notícias Reuters, teve como alvo 100 mísseis Fateh, supostamente armazenados em Jamraya, que também supostamente seriam enviados ao Hezbollah, grupo militar da resistência libanesa, vindos do Irã. Outra fonte afirmou à rede russa RT que o bombardeio também visou atingir a 104a e a 105a brigadas da Guarda da República Síria.

Abdallah Mawazini, jornalista que vive em Damasco, declarou que quatro explosões foram ouvidas na capital, “fazendo todas as casas tremerem”. A poeira se espalhou pela cidade e os moradores acordaram, “correndo para a rua, em pânico”. Testemunhas afirmaram que o ataque, sem precedentes, lembrava “um terremoto”. O cheiro forte e a asfixia sentida pelos habitantes levou alguns especialistas a suspeitar que os mísseis atirados por Israel conteriam material nuclear.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Jornalista ucraniana sequestrada por mercenários retorna à Síria


Damasco- Prensa Latina- A jornalista ucraniana Anhar Kochneva, sequestrada em outubro por mercenários sírios e que conseguiu escapar do seu cativeiro no mês passado, regressou ontem à Síria, destacou hoje a imprensa nacional.
 Kochneva esclareceu que alugará um apartamento em Damasco, e que estará "sob proteção permanente, caso os insurgentes decidam repetir o sequestro ou se vingar", explicou.

 Da mesma forma, acrescentou que ainda possuindo passaporte ucraniano, não descarta a possibilidade de aceitar a nacionalidade síria caso as autoridades a ofereçam, destaca a agência de notícias SANA.

 Esta é a minha posição e não a mudarei por causa de um grupo de bandidos, declarou a repórter.

sábado, 30 de março de 2013

Ex repórter da CNN revela que o canal manipulava notícias a favor da administração dos EUA.



Praga, SANA- A ex-repórter do canal estadunidense CNN, Amber Lyon, revelou que havia recebido ordens dessa emissora  quando trabalhava na empresa, para enviar falsas notícias e ocultar algumas informações que a administração dos EUA não desejavam publicar, afim de forjar uma opinião pública a favor de uma intervenção militar no Irã e na Síria.


Um site eslovaco citou a Lyon  afirmando que   “ o canal está manipulando as notícias para as mídias difundi-las,  assim como está se fabricando notícias falsas e selecionadas, afirmando que o governo dos EUA e outros governos ocidentais pagam a este canal pela alteração  de notiícas e dados e  ocultando outras informações.

Lynn A., Fady M.


Fonte :  site SANA  tradução do blog

sexta-feira, 29 de março de 2013

Atos terroristas respondem a ordens externas, afirma ministro sírio


Quando, no  dia 19 de março de 2011, logo que o Conselho de Segurança das Nações Unidas acabara de aprovar  a criação  de uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia, se desatou mais uma criminosa  invasão, a este país norte africano, que duraria  oito meses e,  que, hoje sabemos, produziu  consequências  terríveis para a população do país. 

A violência, a pobreza e os saques das riquezas, em especial o petróleo, foi o que ficou para  seus habitantes.

Talvez mais grave e imoral que tudo isso, referência esta feita a questão dos precedentes,  tenha sido a conivência dos organismos  que foram criados para  “defender a manutenção da Paz Mundial”.  Não é de hoje que a ONU e o  seu Conselho de Segurança perderam qualquer referência  e crédito moral.

A história se repete.  Naquela ocasião  as ameaças  de Hillary Clinton, então secretária de Estado, se confirmaram  com razoável folga.

  Não demorou muito, seguiu-se um verdadeiro  bombardeio de mentiras, divulgadas amiúde, pelas grandes corporações máfio-midiáticas que culminariam com  uma combinação de forças muito poderosas:   Otan, Inglaterra, França,  entre outros, para  matar o governante líbio.

 O empenho dos criminosos estadunidenses, via OTAN,  foi  amplamente  divulgado   pela  “respeitável” cobertura da mídia ocidental.     Nessa seara  eles são doutores pois  demonstram espantoso  domínio, controle  e contam com   os olhares de  concordância de milhões de   céticos..    

Depois de toda essa ação criminosa, senão bastasse ainda    a ousadia  e a insanidade  dos agressores,  os apontamentos que se fizeram sobre  mortes, então divulgados pela OTAN, se aproximaram de indicadores pífios e  distantes da realidade.

 O IV Reich  e seus  asseclas colaboradores  mais acintosos   tiraram a vida de  dezenas de milhares de  civis  inocentes.     Quase nada se falou sobre tal.

O que aconteceu na Líbia pode se repetir  na Síria .   A possibilidade de ambas  expedições criminosas  terem  finalizações idênticas   acentua-se mesmo diante de um posicionamento mais  firme   de russos e de chineses  na frente do Conselho de Segurança da ONU.

Hoje, a Líbia  se encontra fatiada e dividida entre os  interesses  escusos de facções mercenárias e de governos estrangeiros capitaneados pelos EUA.  

Alguns jornalistas  sérios, ainda   felizmente  existem embora em pequeno número,  apontaram e denunciaram tudo isso.  A ONU não poderia  fazer   algo?  A resposta para tal indagação   todos sabemos qual é. 

A insanidade desses   “ liberais”  vem de longe.       Se edificou  na desinformação  que  promoveram  meticulosamente   planejada,  sem a qual, não conseguiriam perpetuar   seus atos  de bandidagem.

Tudo isso  poderá levá-los  a  “apropriação indébita”, esse é o eufemismo que eles mais usam, das reservas sírias .  As  da Líbia , que estão muito além dos 400 bilhões   de reais, estão em poder desses   “vermes imperialistas”.  São eles que desfrutam dessa riqueza  sutilmente   subtraída  como num passe de mágica.

 Os acontecimentos  que identificamos hoje na Síria   seguem, tudo indica, o mesmo roteiro.

Professor Jeovane

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Damasco- (Prensa Latina) O ministro sírio de Informação, Omran al-Zoubi, assegurou hoje que o foco de atos terroristas dos grupos armados contra bairros residenciais, escolas, universidades e hospitais responde a ordens de suas patrocinadores no estrangeiro.

Além de condenar com firmeza a violência extremista, o titular considerou que isso integra a escalada contra o país que teve sua mais recente demonstração na entrega da cadeira de Damasco na Liga Árabe (LA) para a Coalizão Nacional das Forças da Revolução e a Oposição (Cnfros), durante a cúpula de Doha, Catar, nesta semana.

Massacre na Universidade de Damasco.


Ao menos  15 estudantes foram mortos quando terroristas , com o apoio de forças estrangeiras, lançaram tiros de canhões  contra a Universidade de Damasco.

Um morteiro atingiu a cantina da  Faculdade de Arquitetura  da Universidade matando os estudantes e deixando outros vinte feridos.

A rede de Televisão síria Al Ijbariya mostrou imagens de estudantes feridos sendo transportados para o hospital, assim como, os destroços do edifício da cantina: é possível ver poças de sangue e cadeiras quebradas.

 A televisão síria Al-Ijbariya exibiu imagens de estudantes feridos que eram levados para o hospital e de como ficou a faculdade atingida. É possível ver poças de sangue, além de cadeiras e mesas quebradas.

.


Uma fonte médica afirmou que os corpos uma menina pequena e de um homem jovem chegaram ao hospital do distrito  de Al Muwasat em el  e que outra pessoa ferida estava  recebendo os tratamentos no hospital.

Fonte site: almanar.com.lb - tradução  do blog



quarta-feira, 27 de março de 2013

Intelectual afirma que crise síria desmascarou mentiras midiáticas


Damasco-Prensa Latina-  O destacado pensador e jornalista árabe Yahya Abuzakaria afirmou que a crise síria desmascarou as manobras de meios de comunicação que desinformam e propagam falsas notícias sobre os acontecimentos no país.


 Atualmente, os cidadãos árabes perderam a confiança em grande parte dos meios de imprensa, muitos deles empenhados em destruir o legado árabe, assegurou o intelectual durante uma conferência realizada ontem na Universidade de Tishreen, na costeira província síria de Latakia.

 Abuzakaria destacou que o governo desarticulou todos os projetos preparados para socavar a unidade e estabilidade social, graças também à ofensiva e avanços nesse sentido do Exército Árabe Sírio contra os grupos mercenários, armados e financiados por países do Golfo Arábico e dos Estados Unidos, denunciou.

 A reportagem da agência de notícias SANA, que reproduz o conteúdo da conferência, destaca que "todo mundo está convencido de que a solução política é a única via para esta nação do Levante, com o objetivo de construir um novo país".

 O intelectual enfatizou que Damasco representa a legitimidade árabe e um dos pilares no denominado Eixo da resistência.

 Na opinião do orador, o sionismo israelense e outras correntes extremistas como o salafismo trabalham para destruir o mundo muçulmano, o que leva à decadência da civilização e do progresso nos países árabes, concluiu.


fonte: site Prensa Latina

quinta-feira, 14 de março de 2013

Premiê sírio destaca papel da imprensa contra campanha midiática


Damasco-Prensa Latina- O Primeiro-ministro sírio, Wael al-Halaki, elogiou o papel que hoje desempenham os meios de comunicação e a imprensa nacional para desmascarar o que considerou um complô e campanha midiática internacional para destruir este pais árabe.

Destacou que os jornalistas aqui enfrentam uma guerra midiática que propaga grande quantidade de falsidades, diante da qual respondem com notícias críveis e transparentes.

 Também elogiou o desempenho da imprensa para fomentar uma cultura de diálogo e de pertencimento nacional entre a cidadania.

 A informação anterior saiu de uma reunião nesta capital entre a Comissão Ministerial -liderada por al-Halaki-, encarregada de impulsionar o Programa Político para especificar o plano de paz, com o presidente da União de Jornalistas da Síria, Elías Murad, e o chefe do Conselho Nacional de Meios de Comunicação, Taleb Kadi Amin, junto aos membros de ambas as entidades.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

OTAN aperta o cerco ao redor da Síria.


Voz da Rússia- Iniciou-se uma fase ativa da operação da OTAN visando o envio à Turquia de complexos de mísseis antiaéreos Patriot. As armas estão sendo transportadas por via marítima da RFA e da Holanda para a sua posterior instalação ao longo da fronteira com a Síria.

Os Patriot chegarão ao destino no fim de janeiro, devendo ser colocados no decurso de um mês. Segundo os peritos da Aliança Atlântica, será possível, deste modo, proteger a Turquia contra ataques da aviação síria e possíveis golpes de mísseis.

Espera-se que, ao todo, sejam estacionados seis complexos: dois procedentes da Alemanha, dois - dos Países Baixos, e dois provenientes dos EUA. De acordo com o Comando Europeu das Forças Armadas dos EUA, os sistemas de artilharia antiaérea estão a ser montados no sul da Turquia.

Supõe-se ainda que desta operação na OTAN venham participar os contingentes militares da República Tcheca, Eslováquia, e Polônia, encarregados dos serviços de comunicações e coordenação de ações entre as baterias de mísseis.

Cumpre recordar que a Turquia pedira assistência da OTAN ainda em novembro de 2012 após um incidente em que os disparos realizados a partir do território sírio causaram cinco vítimas mortais.

Os complexos Patriot têm a capacidade de aniquilar alvos à distância de 70 km e à altura de 20 km. Na opinião de peritos, o seu uso, visando à intercepção de projeteis de artilharia ou lança-granadas, seria equiparável ao emprego de obus contra um bando de pardais. Por isso, não se trata apenas de um objetivo nobre de defender a Turquia. Ao que parece, tem-se em vista a preparação para uma operação militar contra a Síria, afirma o perito militar russo, Viktor Baranets.

"A OTAN está formando um cerco de mísseis em volta da Síria. Para que? Para cercar a Força Aérea e as Tropas da Defesa Anti-Aérea e estrangular o regime de Bashar al-Assad se o Presidente sírio não chegar a um acordo com a oposição. Tal incursão seria viável apesar de Barack Obama e os generais da OTAN denunciarem por repetidas vezes tal hipótese militar. Acontece que os Patriot impedirão aos aviões e mísseis de Assad de fazerem frente às forças do eventual agressor."

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

França financia oposição síria, esqueceram do direito internacional?



Damasco (Prensa Latina) A recente decisão do governo francês de investir 1,2 milhões de euros no financiamento da oposição armada na Síria, somada às contribuições de outros países, questiona a atuação de um Estado para impor mudanças políticas a outro de maneira arbitrária.
 A cifra, uns 1,5 milhões de dólares, engrosa as arcas da Coalizão das Forças da Revolução e a Oposição síria (Cnfros), engendrada no dia 11 de novembro em Doha, Catar, substituíndo o outrora Conselho Nacional Sírio (CNS) e principal coalizão opositora ao governo do presidente Bashar Al Assad no exterior.

 Meses atrás, um relatório do CNS revelou as quantias recebidas de várias nações. Segundo o documento, cinco milhões de dólares chegaram dos Emirados Árabes, 15 milhões do Catar e 20,4 milhões da Líbia.

 Desses mais de 40 milhões, 29,7 foram gastos na ajuda aos refugiados e para apoiar "o movimento revolucionário" na Síria. O resto correspondeu às "despesas administrativas e de comunicações", indicou o texto.

 Faisal Miqdad, vice-chanceler sírio, recordou que os Estados Unidos já entregou até hoje 160 milhões de dólares em ajuda à oposição síria, transferidos a seus destinatários através de várias ONG's internacionais.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Potências ocidentais legitimam agressão contra povo sírio.


Damasco- Estados Unidos, França, assim como outros países ocidentais e árabes reconheceram a chamada Coalizão Nacional para as Forças da Revolução e a Oposição Síria (Cnfros) como representante legítimo do povo sírio.
 Resultado de manobras para dar uma fachada de legitimidade à oposição acontra o governo do presidente Bashar Al-Assad, depois de meses de fracassar nessas tentativas, a medida trata de justificar os planos intervencionistas nesta nação, considerou aqui um diplomata.

 Esta medida fecha o jogo, os caminhos ao diálogo e a uma solução pacífica, disse o representante árabe que pediu o anonimato.

 Achamos que o Cnfros é um representante fidedigno do povo sírio, que reflete o diverso grupo de tendências, afirmou Mark Toner, segundo porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

 Como parte dessa estratégia, a Liga Árabe também manteve uma opinião parecida com a de seu secretário geral, Nabil Al Arabi, que descreveu a decisão como "um raio de esperança".

 O Reino Unido, a França e todos os aliados entram no bonde dos que são santificados e abençoados como "representantes legítimos do povo sírio", que seriam talvez alguns integrantes de grupos mercenários e terroristas chegados a este país, estimam comentaristas políticos.

 O novo grupo tentará o que não pôde o Conselho Nacional Sírio (CNS) e - segundo alguns porta-vozes - pretende acabar com as divisões entre opositores, além de se comprometer a evitar negociações ou diálogo com as autoridades deste país até conseguir sua queda.

 Um dos mais acérrimos inimigos do governo sírio, o presidente francês François Hollande, reconheceu o grupo e manteve a entrega de armas à oposição.

 Em uma de suas primeiras declarações, a coalizão debutante pediu armas à comunidade internacional para ajudar "os rebeldes" que combatem contra o povo sírio.

 O chefe da coalizão opositora, Ahmad Moaz Al Jatib solicitou nesta terça-feira no Cairo armas para que a rebelião possa terminar com o suposto sofrimento dos sírios e o derramamento de sangue.

 Pelo lado contrário, a Rússia renovou os chamados para favorecer o diálogo, que considera, junto à China e ao Irã, a única opção para alcançar a paz entre sírios, postura recusada pelos opositores, quem exigem a saída do chefe de Estado.

 Nessa direção, o Irã convocou para o próximo domingo em Teerã, um "diálogo nacional" entre as partes em conflito, a fim de favorecer uma solução pacífica à crise.

 Os passos contra a Síria, promovidos por Washington e seus aliados, ignoram que o único representante legítimo do povo sírio é o presidente Bashar Al-Assad, reeleito em 2007 com 97% do voto popular.

sábado, 3 de novembro de 2012

A ONU investiga um possível crime de guerra, dos rebeldes sírios, gravado em vídeo.


As imagens mostram  a execução de soldados  sírios presumidamente  pelas maõs dos  rebeldes.

Um vídeo em que rebeldes sírios executam  vários  soldados desarmados e feridos,  vídeo que foi  liberado pelas forças de oposição do país árabe, pode ser o testemunho de um  verdadeiro  "crime de guerra ", segundo afirmou o  Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU.


No vídeo aparece um grupo de homens armados insultando e golpeando  vários soldados prostrados, que não podem se defender devido ao fato de estarem  desarmados e feridos.  Momentos depois são todos fuzilados  a sangue frio.

Antes da execução,  onde os   homens  se encontravam deitados no chão, ouve-se  uma voz  dizendo: "Estes são os cães de Al Assad".


Atenção: essas imagens contêm cenas de violência extrema que podem ferir sua sensibilidade

Embora seja difícil identificar  o local da execução, bem como  as pessoas envolvidas, os primeiros resultados "indicam que as vítimas eram soldados e não-combatentes "rebeldes, de acordo com o porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos, Rupert Colville, que observou que  será necessário fazer uma análise detalhada para identificar os culpados e estabelecer  fatos.


domingo, 14 de outubro de 2012

Turquia fecha seu espaço aéreo a todos os voos civis da Síria.



 Moscou assegura  que o incidente com o avião sírio não afetará as relações entre a Rússia e  Turquia. 


A Turquia anunciou, neste  domingo, que fechou seu espaço aéreo a todos os voos oriundos da  Síria.  A declaração foi feita  horas depois que Damasco havia emitido uma medida semelhante para aeronaves  turcas.

O ministro do Exterior e de Negócios , o  turco, Ahmet Davutoglu, disse que Ancara tomou esta decisão porque o regime sírio “estaria abusando “ desses voos civis para transportar equipamento militar.  Ele  apontou  que neste sábado  as autoridades sírias foram  notificadas sobre tal medida.   Durante  noite de sábado para o domingo a Síria, por sua vez, proibiu  voos  da empresa turca Airlines em seu espaço aéreo.


A tensão entre os dois países já tem  três dias e tudo ocorreu  depois que  Turquia forçou uma aterrissagem de um avião  comercial  sírio.  O vôo  comercial de Moscou a Damasco, com 37 passageiros a bordo, incluindo 17 russos, que  duraria  pouco mais de quatro horas, foi forçado a aterrissar em Ankara por um grupo de  caças   F-16 da Força Aérea turca.  A parada obrigatória  durou mais de oito horas. A aeronave estava em perfeito estado regular e tinha todos os papéis e documentos em  perfeita  ordem.


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Por quê a Turquia quer guerra com a Síria?


Soldados turcos guardam a fronteira com a Síria

Imprensa internacional discute as razões para a deflagração de um conflito entre os dois países

 

A situação na fronteira da Turquia com a Síria está cada vez mais perigosa. Na segunda-feira, 8 de outubro, a artilharia turca respondeu com uma bateria de fogo a mais uma série de morteiros disparados do lado sírio contra o seu território. Os explosivos lançados pelos sírios caíram a uma distância de 150 a 200 metros do território turco. Em consequência das sucessivas agressões, que haviam começado na semana anterior, o primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayip Erdogan, convocou o povo turco para se preparar para a guerra.
Por sua vez, a imprensa internacional, atenta aos conflitos entre Síria e Turquia, acompanha com grande interesse os desdobramentos da crise. Analistas independentes dizem não acreditar nas declarações da OTAN, a Organização do Tratado do Atlântico Norte, de que uma guerra entre Síria e Turquia é muito pouco provável. O exército turco, duas vezes mais forte do que o sírio, e muito mais bem equipado por contar com as mais recentes e poderosas armas fabricadas no Ocidente, está obviamente preparado para executar ações ofensivas.

domingo, 1 de julho de 2012

Um Phantom sobre a Síria: 100 metros até à guerra.


A história do caça turco abatido pela Síria pode se tornar num ponto de viragem no desenvolvimento da crise síria. Para a coligação de estados ocidentais e alguns países árabes isso pode ser um bom pretexto para o início de uma intervenção militar. A única saída para Damasco é a publicação de toda a documentação sobre o incidente e insistir na máxima abertura e transparência do inquérito. Temos o comentário do grande mestre internacional de xadrez  Vladislav Tkatchov.

Talvez a data de 22 de junho de 2012 tenha de ser registada pelos historiadores . Como se sabe, foi precisamente nesse dia que as forças de defesa antiaérea sírias abateram um caça turco Phantom F-4, depois do que as versões do sucedido divergiram diametralmente. Damasco afirma que o caça, ao encontrar-se sobre território sírio não reagiu as chamadas de terra, e por isso propõe interpretar o sucedido como um mal-entendido lamentável. Ancara insiste que o avião foi abatido sobre águas internacionais e, portanto, tratou-se de um evidente ato de agressão.


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