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domingo, 4 de maio de 2014

A guerra não declarada contra a História

Maria Balyabina

A União Soviética, que assumiu o maior fardo da luta contra os nazis, foi obrigada, ainda durante a Guerra Fria, a entrar numa nova luta, desta vez em defesa da sua História, quando começaram as tentativas de revisionismo dos acontecimentos 

mais trágicos do século passado.



Contudo, os que pretendem definir novos derrotados e vencedores continuam a existir na atualidade. Não satisfeitos com o derrube de estátuas a soldados soviéticos, eles descem ao ponto de sonegar factos e até de mentirem descaradamente.


Nesses dias, há sessenta e nove anos, as tropas soviéticas tomaram Berlim. Quase toda a Europa estava libertada da ocupação nazi. A memória desta grande vitória, que se transformou num dos momentos-chave da História mundial, permanece em muitos países europeus, por exemplo, existem monumentos aos libertadores soviéticos na Áustria, na Hungria, na Bulgária, na Alemanha, na Letônia, na Polônia e na Estônia. Mas é bem verdade que, nalguns países, não querem recordar o movimento libertador soviético.
Os monumentos fúnebres dos militares soviéticos em Budapeste desapareceram ainda na década de 90. Há sete anos, desmontaram, na Estônia, o monumento aos libertadores de Tallinn do fascismo. Desde então, discute-se a necessidade de erguer, naquele local, um monumento às vítimas da ocupação soviética, tal como foi feito em Chisinau.


Mas, se a população do Báltico sempre teve uma postura pouco calorosa face à União Soviética, e até não se opôs a colaborar com o regime fascista, este tipo de alteração de valores na Ucrânia, que participou ativamente nos movimentos de libertação, é, no mínimo, estranho. Mas, as atuais autoridades de Kiev têm outros inimigos e outros heróis. Agora até têm outras comemorações. As autoridades locais das regiões ocidentais há muito que se recusam a organizar paradas no Dia da Vitória, e, em Lviv, o dia 09 de maio até é considerado um dia de luto. Agora esta moda chegou à capital, este ano Kiev revogou oficialmente a parada do Dia da Vitória. Mas, tal como declararam as autoridades locais, a cidade irá receber outros “eventos comemorativos”.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Os soviéticos ganharam a batalha de Kursk sem possuir uma superioridade importante de forças.



 RIA Novosti. por María Dunáeva-

La batalla de Kursk, que marcó el comienzo del decisivo contraataque soviético contra los nazis en la Segunda Guerra Mundial, se ganó con una pequeña superioridad de fuerzas, según los expertos rusos en un evento dedicado al 70º aniversario de la contienda.

“El Ejército Rojo no tuvo una superioridad importante en la batalla de Kursk. De hecho, las cifras que muestran que las tropas soviéticas tenían dos veces más soldados que los nazis se explican por el hecho de que la URSS contabilizaba también las reservas estratégicas y los servicios técnicos (..) Si tomamos en cuenta las tropas que participaron en los combates tendremos a 800.000 nazis y a 900.000 soviéticos”, indicó en una mesa redonda organizada por RIA Novosti el historiador militar Miroslav Morózov. De este modo, desmintió el popular creencia según el cual las tropas soviéticas en ese combate eran dos veces más numerosas que las nazis.

La batalla de Kursk, u operación Ciudadela para los nazis, duró 50 días y noches, del 5 de julio al 23 de agosto de 1943. Fue el mayor enfrentamiento entre carros de combate en la historia de la humanidad: en él participaron 6.000 tanques en total acompañados por 4.000 aviones.

El combate, muy conocida en Rusia, muchas veces se olvida injustamente fuera de sus fronteras, donde se suela recordar principalmente las contiendas por Moscú o Stalingrado. Sin embargo, la batalla de Kursk no fue menos importante en el desarrollo de la Guerra. Por primera vez, los nazis tropezaron con una resistencia implacable de los soviéticos. De hecho, troncó definitivamente la ofensiva nazi en el Frente Oriental.

“El 15 de julio cuando, tras un semana de duros combates, Hitler tomó la decisión de poner fin a la operación Citadel no lo hizo basándose en el desembarco de los aliados el 10 de julio en Italia sino en que dos tercios de los carros de combate de los que disponían los grupos de ejércitos Centro y Sur no estaban operativos. No se estropearon por sí solos ni se estancaron en el barro sino, en su mayoría, fueron aniquilados al intentar forzar la defensa soviética”, recalcó Morózov.
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