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sábado, 28 de abril de 2012

Chávez: “Veo a Cristina por TeleSur! Viva Cristina! Viva Kirchner! Viva Argentina!”


RNV – Ante 50.000 personas congregadas en un estadio de Buenos Aires, la presidenta Cristina Fernández afirmó que América del sur, cuenta con una oportunidad única y que está llamada a constituirse como una de las regiones más importantes de la tierra.

Al divisar banderas de Venezuela entre la multitud que respalda la expropiación de la petrolera YPF, controlada por capitales extranjeros, la mandataria agradeció al pueblo hermano por su solidaridad; le envió “un gran abrazo al presidente Chávez Frías” y le deseó, “de todo corazón, su pronta recuperación”.

Desde Caracas, a través de su cuenta Twitter, el líder venezolano escribió, @chavezcandanga: “Veo a Cristina por TeleSur! Viva Cristina! Viva Kirchner! Viva Argentina!”.

Cristina Fernández instó a los miles de seguidores que se agolparon en la capital argentina a luchar “unidos y organizados para profundizar la transformación” y recordó: “cada vez que el pueblo argentino ha sufrido derrotas (…) cada vez que los trabajadores han perdido sus conquistas y han retrocedido (…) era porque nos habían dividido y enfrentado”.

Afirmó que “la historia no se escribe en línea recta (…); al contrario, tiene marchas y contramarchas, claros y oscuros, avances y retrocesos”.

Agradeció a las bancadas de oposición el apoyo, “no al Gobierno sino al país” y manifestó a las fuerzas de la alianza política por impulsar un proyecto que “no es obra de un partido, ni de un sector” sino de un clamor del pueblo argentino.

Fernádez llamó a los jóvenes a idear nuevas formas de participación y nuevas formas de intervención del Estado y agregó que la expropiación de YPF no es un retroceso en las políticas nacionales sino la “recuperación de la dirección nacional”.

El miércoles, tras 14 horas de debate, el Senado argentino dio luz verde al proyecto que declara de utilidad pública la producción de hidrocarburos.

De lo expropiado a Repsol, 51% quedará en manos del Estado Nacional y el 49% restante bajo el control de las provincias petroleras.

sábado, 21 de abril de 2012

PE ataca os argentinos para defender a Repsol



Os grupos socialista, liberal e de direita do Parlamento Europeu fizeram aprovar uma resolução de índole fundamentalista neoliberal contra a Argentina por o governo deste país ter anunciado a intenção de nacionalizar 51 por cento da empresa petrolífera YFP detida maioritariamente pela Repsol, empresa acusada de não cumprir as suas obrigações para com o país e prejudicar a economia nacional. A maioria neoliberal do PE assumiu prioritariamente a defesa da "segurança legal dos investimentos europeus", mesmo que em detrimento dos interesses do povo argentino. Nenhuma das três emendas apresentadas pela Esquerda Unitária em defesa do direito dos Estados a defenderem os seus povos foi aceita pela maioria parlamentar.

O governo da Argentina decidiu propor ao Parlamento a nacionalização de 51 por cento da YFP, detida maioritariamente pela Repsol, por considerar que esta empresa petrolífera não cumpre as suas obrigações legais para com o país, preferindo privilegiar os mercados estrangeiros.

A YFP, fundada em 1922, foi de titularidade pública durante a maior parte da sua existência. A privatização aconteceu a pretexto do combate à dívida soberana herdada da ditadura militar, em plena crise desencadeada durante os anos noventa por todo o processo de transformação da economia do país de acordo com os cânones neoliberais.

O governo decidiu agora propor a nacionalização de parte da empresa de combustíveis porque o acionista maioritário, a Repsol, tem vindo a desinvestir na economia nacional e a desrespeitar os trabalhadores argentinos. Entre 1998 e 2007, as receitas angariadas pela Repsol através da YFP cresceram 11 por cento, facto que se repercutiu num reforço salarial de apenas 1,7 por cento durante o mesmo período. Os acionistas da empresa, no entanto, receberam dividendos de três por cento anuais em média.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Senado argentino decidirá hoje sobre expropriação da YPF.


Buenos Aires- O plenário de comissões que debate o projeto de lei para expropriar 51 por cento da petroleira YPF estará hoje em condições de emitir a decisão da maioria, considerou o senador Aníbal Fernández.

  Esta tarde seguramente poderemos emitir a decisão para que a iniciativa entre na próxima quarta-feira no recinto e comece a ser discutida formalmente sua aprovação definitiva, indicou o legislador em declarações a um canal de televisão local.

 Fernández considerou além disso que "não deve haver inconvenientes para obter a meia sanção do Senado" ao projeto, que declara de interesse público nacional e como objetivo prioritário o avanço do auto abastecimento de hidrocarbonetos.

 O mesmo caráter outorga também à exploração, industrialização e comercialização destes recursos, a fim de garantir o desenvolvimento econômico com igualdade social no país.

 Com relação ao início dos debates ontem nas comissões de Assuntos Constitucionais; Orçamento e Fazenda; e Mineração, Energia e Combustíveis, o ex-chefe de Gabinete disse que decorreram com normalidade e sem que chegasse a "subir o tom".

 Como sempre, comentou, alguns falam e falam com prólogos espetaculares, mas depois fazem perguntas sem sentido porque estão sustentadas em dados falsos. "Parecem um jornal molhado, pois não se lhes entende nada", lamentou.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

El Senado comenzará a debatir mañana el proyecto de ley de expropiación de YPF


A presidenta Cristina Fernández de Kirchner num discurso brilhante  e nacionalista  orgulha a todos os latino-americanos quando corajosamente  age na defesa dos interesses do povo argentino.  Cristina fala com muita convicção  sustentando a necessidade do crescimento da Economia argentina  atrelando, tal fenômeno a detenção do petróleo por parte do Estado argentino.

Demonstra de forma axiomática os crimes cometidos pelos neoliberais que entregaram as riquezas do povo para grupos poderosos estrangeiros com a cumplicidade dos Meios de Comunicação do país.      Interrompida várias vezes por numerosos aplausos  Cristina  segue firme em seu propósito de devolver ao povo argentino tudo que lhe tiraram os  direitistas entreguistas.  


Seu discurso é um documento  histórico importantíssimo pois realça, para os céticos  liberais, que os recursos  naturais podem e vão  contribuir para o desenvolvimento social do país.       Nesse sentido a Argentina se aproxima cada vez mais da Venezuela e da Bolívia onde a esquerda, menos pragmática, avança  em direção ao Socialismo idealizado por Marx. É evidente  que  há muito por fazer.  A direita, hipócrita e majoritariamente  criminosa sabe o que isso significa.

Vamos a matéria e ao vídeo.  É algo espetacular  e emocionante!.

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